Saúde·07 de julho de 2017

BOLETIM DA SAÚDE – 07/07/2017

Por Agência do Rádio

SINOPSE:

O Boletim da Saúde desta semana vai falar sobre combate à tuberculose e sobre a reestruturação dos hospitais federais do Rio de Janeiro.

*******************

ABERTURA: Boletim do Ministério da Saúde.

LOC EDMAR: Olá, para você que nos ouve em todo Brasil! Estamos aqui para compartilhar as ações que o Ministério da Saúde desenvolve para toda a população. Eu sou Edmar Soares e a partir de agora você fica sabendo quais são os destaques desta semana. É com você, Débora Rocha!

LOC DÉBORA: Edmar, nesta semana, o Boletim da Saúde vai falar sobre combate à tuberculose e do plano de reestruturação dos hospitais federais do Rio de Janeiro. Vamos chamar a repórter Luiza Tiné, que tem as informações sobre tuberculose. Diga ai, Luiza.

REPÓRTER LUIZA: Débora, o Ministério da Saúde lançou o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose. O documento apresenta estratégias para acabar com a doença como problema de saúde pública no país até o ano de 2035, além de definir os indicadores prioritários que devem ser utilizados para monitorar as ações empregadas por estados e municípios no combate à doença. A coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Denise Arakaki, explica que a grande mudança é não ter mais 180 municípios prioritários, mas dar a mesma importância para todos os municípios brasileiros observando as diferenças entre cada um.

SONORA: coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose/MS, Denise Arakaki.

“A gente fala de equidade em saúde, de dar coisas diferentes para quem tem necessidades diferentes. Então agora é a gente recomendar coisas diferentes para programas que são diferentes, porque nos municípios eles são diferentes. Por quê? Porque a gente sabe que os estados e municípios estão fazendo imensos esforços para controlar a tuberculose. A pergunta é: será que os esforços estão nas ações corretas? Então a nossa ideia com o Plano, é um pouco tentar ajudar a focalizar, a otimizar os poucos recursos que a gente hoje têm disponível na nossa rede”.

REPÓRTER LUIZA: A proposta é diminuir o número de pessoas que são afetadas pela tuberculose, chegando a menos de 10 casos por 100 mil habitantes até o ano de 2035, além de reduzir as mortes para menos de um óbito por 100 mil habitantes. Essas metas são um compromisso que o Brasil assumiu com a Organização Mundial da Saúde.

LOC DÉBORA: Obrigada, Luiza Tiné, pelas informações.

LOC EDMAR: Agora nós vamos conhecer um pouco da reestruturação dos hospitais federais no Rio de Janeiro na reportagem de Luiz Philipe Leite. Diga ai, Luiz!

REPÓRTER LP: Edmar, Os hospitais federais localizados na cidade do Rio de Janeiro vão passar por um plano de reestruturação. A medida prevê a especialização de cada um dos seis hospitais federais em determinadas áreas de atuação. O objetivo é ampliar e qualificar os serviços prestados à população do estado, conforme explica o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

SONORA: ministro da Saúde, Ricardo Barros.

“Hoje cada hospital tem vários credenciamentos. Fazem de tudo um pouco e fazem um pouco de cada coisa. Tem especialidades que fazer uma cirurgia por semana. Então, isso custa muito caro para o erário e não serve a população. Então os hospitais do Rio de Janeiro estão sendo especializados, cada um em uma determinada área de atuação, para que tenha volume para que tenha qualidade e para que ofereça mais serviço à população”.

REPÓRTER LP: A especialização dos hospitais federais do Rio de Janeiro possibilitará um aumento do número de procedimentos realizados e maior qualificação das equipes de profissionais. Setores com baixa produção em uma unidade serão realocados para outra, onde a estrutura existente poderá ser melhor aproveitada pela população. Segundo o ministro Ricardo Barros, a meta é aumentar em 20% os atendimentos especializados em oncologia, ortopedia e cardiologia realizados nas unidades.

SONORA: ministro da Saúde, Ricardo Barros.

“É uma ação importante do governo no sentido de garantir que os investimentos feitos nos hospitais públicos federais do Rio de Janeiro, mais de um bilhão e meio de reais por ano, sirvam melhor a população carioca”.

REPÓRTER LP: As mudanças previstas na reestruturação dos hospitais federais do Rio de Janeiro não alteram o atendimento já agendado dos pacientes nem preveem qualquer suspensão de cirurgias já agendadas. Não haverá qualquer diminuição da assistência à população da cidade.

LOC DÉBORA: Luiz, muito obrigada pelas informações. Essa reestruturação vai ajudar muito a população carioca. Especialmente porque vai ampliar e qualificar o atendimento prestado nos hospitais utilizado os mesmos recursos já existentes, otimizando e eficiência financeira do SUS.

LOC EDMAR: E chegou a hora de a gente ir embora. Obrigado a você que nos acompanhou em mais esta edição do Boletim da Saúde. Lembrando que para continuar acompanhando essas e outras notícias do Ministério da Saúde basta acessar o portal saúde.gov.br e as nossas redes sociais: facebook.com/minsaude e pelo twitter, @minsaude. Até o próximo programa, Débora!

LOC DÉBORA: Até lá, Edmar! Ótima semana para você e para todos os ouvintes que acompanham as ações do Ministério da Saúde em todo Brasil.

ENCERRAMENTO: Boletim do Ministério da Saúde. Coordenação: Jacy Diello. Apresentação Edmar Soares e Débora Rocha. Reportagem Luiz Philipe Leite, Janary Damacena e Érika Braz. Trabalhos técnicos de Fabrício Lázaro e Ricardo Xavier.

Últimas notícias

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Ibovespa

Ibovespa recua 1,15% com queda da Vale e cenário externo negativo

Dólar

Dólar sobe 0,23% e fecha cotado a R$ 5,04

Obras

TCU aponta dez obras rodoviárias prioritárias que precisam de recursos para conclusão até 2027

ApexBrasil

SIAL Paris: empresas brasileiras ampliam busca por mercados externos em meio a tarifas dos Estados Unidos

Sobre a repórter

Agência do Rádio