Belo Horizonte registrou queda significativa nos números de Dengue. Em 2017, 879 casos foram confirmados, enquanto em 2016 foram mais de 150 mil, representando uma redução acima de 97% de pessoas diagnosticadas. O subsecretário de Vigilância e Promoção a Saúde de Belo Horizonte, Fabiano Pimenta, comenta que ações são realizadas por toda a cidade, visando reduzir os números cada vez mais. Agentes de vigilância e armadilhas estão espalhados estrategicamente por todos os bairros para promover a conscientização da população sobre o mosquito.
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O subsecretário diz ainda que a população deve ter cuidado com qualquer recipiente que possa acumular água, pois é um atrativo para o mosquito. Fabiano comenta que a população tem que ajudar o governo a diminuir os índices do mosquito. “Por mais intenso que seja o trabalho do poder público, se cada um de nós não destinar 15 minutos por semana nas nossas casas, eliminando qualquer lugar que possa estar ou vir a acumular água, com certeza a efetividade do trabalho do agente fica comprometida. Porque nós sabemos que o Aedes aegypti é um vetor essencialmente doméstico, de alta capacidade de adaptação”, comentou o subsecretário.
A farmacêutica Denise Bastos, 50 anos, é casada, tem dois filhos e teve Dengue em janeiro do ano passado. Moradora do bairro de Jaraguá, ela teve sintomas leves por dez dias, que foram piorando com o decorrer do tempo. Por consequência da doença, Denise ficou afastada do trabalho pelo mesmo período. Ela conta que sempre cuidou de casa para que ninguém sofresse com nenhuma das patologias.
A farmacêutica diz que vê um descaso da população em relação às três doenças transmitidas pelo mosquito.“De um modo geral, não é todo mundo que está tendo essa preocupação. Por mais campanhas que foram feitas, eu acho que o pessoal ainda não ajuda. E agora, como começou o período realmente de muita chuva, então o risco começa a aumentar daqui pra frente de novo, né? Então a gente tem que ter uma consciência maior, de estar falando com o vizinho, orientando e divulgar isso também.”
Faça parte dessa luta. Não permita que o mosquito se prolifere. Verifique acúmulos de água em pneus, latas, vidros, garrafas, vasos de flores, pratos de vasos, caixas d’água, tampinhas de garrafas, entre outros. Participe também e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.
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