Brasil·19 de março de 2018

BELÉM: Acusado de administrar droga letal irá a júri popular

<p>O juiz Raimundo Mois&eacute;s Alves Flexa, que preside a 2&ordf; Vara do J&uacute;ri de Bel&eacute;m, considerou que h&aacute; ind&iacute;cios de autoria de crime de homic&iacute;dio e pronunciou o r&eacute;u Jefferson Michel Miranda Sampaio, 31 anos, para que seja submetido a j&uacute;ri popular.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: O juiz Raimundo Moisés Alves Flexa, que preside a 2ª Vara do Júri de Belém, considerou que há indícios de autoria de crime de homicídio e pronunciou o réu Jefferson Michel Miranda Sampaio, 31 anos, para que seja submetido a júri popular. Jefferson foi denunciado pelo Ministério Público por ter provocado a morte do empresário João de Deus Rodrigues, 27 anos, com uma dose letal da droga conhecida por “Gota”. Jefferson, que é estudante do 2º ano do curso de Direito de uma faculdade particular, negou as acusações de ter administrado ou forçado João de Deus a ingerir a droga letal. Em interrogatório, o réu disse que a vítima costumava fumar skank, droga conhecida como “supermaconha”. Na sentença de pronúncia, o juiz considerou depoimentos de testemunhas e laudos periciais que comprovam haver indícios de autoria de um fato criminoso. Os advogados do réu vão recorrer da pronúncia.

Com informações do Tribunal de Justiça do Pará, reportagem Thamyres Nicolau
 

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