Meio Ambiente - Queimadas·26 de agosto de 2020

Barão de Melgaço (MT): prefeito decreta estado de emergência após mais de 40 mil hectares de mata queimados

Norma autoriza a mobilização de todos os órgãos municipais para combaterem as chamas

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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O prefeito de Barão de Melgaço, Elvio de Souza Queiroz, decretou situação de emergência após o município mato-grossense registrar mais de 40 mil hectares de mata queimados. A decisão foi tomada após um levantamento do Batalhão de Emergências Ambientais de Mato Grosso apontar o tamanho da devastação. 

O gestor municipal destacou que o Corpo de Bombeiros aumentou o seu efetivo destacado para combater os incêndios florestais, o que não foi suficiente. Ele ainda demonstrou preocupação, porque o período considerado mais crítico para as queimadas costuma ser entre os meses de setembro e outubro. No entanto, os incêndios alcançaram uma proporção significativa em agosto. 

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O decreto autoriza a mobilização de todos os órgãos municipais para combaterem as chamas. A resposta ao desastre, reabilitação do cenário e reconstrução vão estar sob a coordenação da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil.  

Voluntários também poderão ser convocados para reforçar o combate às queimadas e para realizarem campanhas de arrecadação de recursos para as pessoas da comunidade que foram afetadas pelos incêndios. 

 O prefeito de Barão de Melgaço, Elvio de Souza Queiroz, decretou situação de emergência após o município mato-grossense registrar mais de 40 mil hectares de mata queimados. A decisão foi tomada após um levantamento do Batalhão de Emergências Ambientais de Mato Grosso apontar o tamanho da devastação. 

O gestor municipal destacou que o Corpo de Bombeiros aumentou o seu efetivo destacado para combater os incêndios florestais, o que não foi suficiente. Ele ainda demonstrou preocupação, porque o período considerado mais crítico para as queimadas costuma ser entre os meses de setembro e outubro. No entanto, os incêndios alcançaram uma proporção significativa em agosto. 

O decreto autoriza a mobilização de todos os órgãos municipais para combaterem as chamas. A resposta ao desastre, reabilitação do cenário e reconstrução vão estar sob a coordenação da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil.  

Voluntários também poderão ser convocados para reforçar o combate às queimadas e para realizarem campanhas de arrecadação de recursos para as pessoas da comunidade que foram afetadas pelos incêndios. 

Reportagem. Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.