Saúde·13 de fevereiro de 2020

Aumenta número de casos do coronavírus em Hubei, na China

O número de ocorrências cresceu depois que o governo chinês mudou os critérios clínicos

Por Tainá FerreiraJornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Tainá começou na Empresa Júnior Movimento e depois atuou na TV universitária UnBTV. Depois de um tempo entrou para a redação do jornal Correio Braziliense e, após a experiência, partiu para a assessoria de imprensa.
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A cidade de Hubei, província epicentro do coronavírus na China, registrou nesta quarta-feira (12) mais de 14.8 mil casos e 242 mortes pela doença. Ao todo, são mais de 48.2 mil casos só na província. O número de ocorrências aumentou depois que o governo chinês mudou os critérios clínicos e passou a aceitar relatórios de sintomas e não apenas os laboratoriais.

Nesta manhã (13), uma agência de notícias chinesa, informou que o Secretário do Partido Comunista do país em Hubei, Jiang Chaoliang foi removido do cargo.O anúncio veio após o número de mortes chegar a 1.3 mil. A pressão aumentou depois da morte do médico chinês que foi punido pelas autoridades por alertar sobre a infecção pelo coronavírus. Ele será substituído pelo prefeito de Xangai, Ying Yong.

Na China, mais de 1.3 mil pessoas morreram em decorrência do vírus e mais de 59 mil casos de infecção foram confirmados. O Reino Unido confirmou o nono caso no país e o primeiro em Londres. No Japão, uma navio em quarentena registrou mais 44 casos de contaminação, elevando para 218 infectados. Ao todo, são 445 casos em 24 países.

No Brasil, há 11 casos suspeitos em investigação de infecção pelo coronavírus e nenhum confirmado, segundo o Ministério da Saúde.  Os investigados estão nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná.

Os 34 repatriados e 24 profissionais continuam cumprindo quarentena na base aérea de Anápolis (GO), e segundo exames laboratoriais eles não estão infectados pelo coronavírus.

Reportagem, Tainá Ferreira


A cidade de Hubei, província epicentro do coronavírus na China, registrou nesta quarta-feira (12) mais de 14.8 mil casos e 242 mortes pela doença. Ao todo, são mais de 48.2 mil casos só na província. O número de ocorrências aumentou depois que o governo chinês mudou os critérios clínicos e passou a aceitar relatórios de sintomas e não apenas os laboratoriais.
 
Nesta manhã (13), uma agência de notícias chinesa, informou que o Secretário do Partido Comunista do país em Hubei, Jiang Chaoliang foi removido do cargo.O anúncio veio após o número de mortes chegar a 1.3 mil. A pressão aumentou depois da morte do médico chinês que foi punido pelas autoridades por alertar sobre a infecção pelo coronavírus. Ele será substituído pelo prefeito de Xangai, Ying Yong.
 
Na China, mais de 1.3 mil pessoas morreram em decorrência do vírus e mais de 59 mil casos de infecção foram confirmados. O Reino Unido confirmou o nono caso no país e o primeiro em Londres. No Japão, uma navio em quarentena registrou mais 44 casos de contaminação, elevando para 218 infectados. Ao todo, são 445 casos em 24 países.
 
No Brasil, há 11 casos suspeitos em investigação de infecção pelo coronavírus e nenhum confirmado, segundo o Ministério da Saúde.  Os investigados estão nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná.
 
Os 34 repatriados e 24 profissionais continuam cumprindo quarentena na base aérea de Anápolis (GO), e segundo exames laboratoriais eles não estão infectados pelo coronavírus.
 
Reportagem, Tainá Ferreira


 

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Sobre a repórter

Tainá Ferreira

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Tainá começou na Empresa Júnior Movimento e depois atuou na TV universitária UnBTV. Depois de um tempo entrou para a redação do jornal Correio Braziliense e, após a experiência, partiu para a assessoria de imprensa.