Saúde - Covid-19·15 de dezembro de 2020

Anvisa diz que autorização para uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 poderá sair em até 10 dias depois do pedido

Decisão de agência reguladora depende, no entanto, da apresentação de toda a documentação pelas empresas que produzem o imunizante e da realização de ensaios clínicos no Brasil

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou nesta segunda-feira (14) que é capaz de analisar, em até 10 dias, os pedidos de autorização para uso emergencial de vacinas contra a Covid-19. O aval da agência depende, no entanto, de que as empresas que produzem o imunizante apresentem os dados à Anvisa e possuam ensaios clínicos no Brasil.

O prazo não tem relação com as 72 horas previstas na Lei Covid, que determina esse tempo para que a Anvisa dê algum posicionamento nos casos em que a vacina já tenha registro em uma das quatro agências internacionais de referência.

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Em nota, a Anvisa também destacou que “nenhuma autoridade reguladora, até o momento, concedeu autorização de uso emergencial de forma automática, baseada na avaliação de um outro país”.

O órgão afirmou que ainda não recebeu pedido para uso emergencial de vacina contra a Covid-19, e que continuará funcionando no Natal e Ano Novo, para garantir a segurança, eficácia e qualidade dos imunizantes, desde que alguma empresa faça a solicitação. 

 A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou nesta segunda-feira (14) que é capaz de analisar, em até 10 dias, os pedidos de autorização para uso emergencial de vacinas contra a Covid-19. O aval da agência depende, no entanto, de que as empresas que produzem o imunizante apresentem os dados à Anvisa e possuam ensaios clínicos no Brasil.
 
O prazo não tem relação com as 72 horas previstas na Lei Covid, que determina esse tempo para que a Anvisa dê algum posicionamento nos casos em que a vacina já tenha registro em uma das quatro agências internacionais de referência.
 
Em nota, a Anvisa também destacou que “nenhuma autoridade reguladora, até o momento, concedeu autorização de uso emergencial de forma automática, baseada na avaliação de um outro país”.
 
O órgão afirmou que ainda não recebeu pedido para uso emergencial de vacina contra a Covid-19, e que continuará funcionando no Natal e Ano Novo, para garantir a segurança, eficácia e qualidade dos imunizantes, desde que alguma empresa faça a solicitação. 
 
Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.