Brasil - Amapá·11 de novembro de 2020

Amapá vai receber R$ 21,5 milhões para alugar geradores e comprar combustíveis após apagão

Há quase uma semana moradores do estado sofrem com falta de energia elétrica após incêndio em subestação

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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O governo do Amapá vai receber cerca de R$ 21,5 milhões do Ministério do Desenvolvimento Regional para alugar geradores e comprar combustíveis. O repasse foi anunciado pelo titular da pasta, Rogério Marinho, na última segunda-feira (9). 

Desde a última sexta-feira (6) milhares de amapaenses sofrem com a falta de energia elétrica, provocada por um incêndio em uma subestação. O apagão levou o governo local a decretar situação de emergência no fim da última semana. 

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De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o abastecimento elétrico deve ser normalizado no estado até o fim da próxima semana, de forma gradativa. Por enquanto, o governo adota o racionamento, com reativação e desligamento da energia a cada seis horas no estado. 

 O governo do Amapá vai receber cerca de R$ 21,5 milhões do Ministério do Desenvolvimento Regional para alugar geradores e comprar combustíveis. O repasse foi anunciado pelo titular da pasta, Rogério Marinho, na última segunda-feira (9). 
 
Desde a última sexta-feira (6) milhares de amapaenses sofrem com a falta de energia elétrica, provocada por um incêndio em uma subestação. O apagão levou o governo local a decretar situação de emergência no fim da última semana. 
 
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o abastecimento elétrico deve ser normalizado no estado até o fim da próxima semana, de forma gradativa. Por enquanto, o governo adota o racionamento, com reativação e desligamento da energia a cada seis horas no estado. 
 
Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.