Agronegócios·12 de junho de 2020

Abate de frangos no primeiro trimestre quebra recorde histórico, de acordo com IBGE

Produção de suínos também registrou recorde; segundo especialista, aumento se explica pela maior demanda externa, principalmente da China

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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O abate de frangos nos três primeiros meses de 2020 bateu recorde histórico. Ao todo, foram 1,5 bilhão de cabeças, melhor resultado desde o início da série histórica. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve aumento em 5%. Os dados são da Estatística da Produção Agropecuária, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia  e Estatística) na última quarta-feira (10).

De acordo com o IBGE, 17 unidades da federação registraram crescimento no abate de frangos no primeiro trimestre deste ano. O destaque fica por conta do Paraná, responsável por um terço da produção nacional.

O abate de suínos também foi recorde para um primeiro trimestre, aponta o órgão. Bernardo Viscardi, analista da pesquisa, acredita que os recordes são puxados pela maior demanda do mercado externo, sobretudo a China, que está “afetada pela peste suína africana e tenta compensar sua produção interna com as carnes brasileiras”.

Na contramão está a queda de 10,2% no abate de bovinos, se comparados o primeiro trimestre deste ano e o último trimestre de 2019. 

 O abate de frangos nos três primeiros meses de 2020 bateu recorde histórico. Ao todo, foram 1,5 bilhão de cabeças, melhor resultado desde o início da série histórica. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve aumento em 5%. Os dados são da Estatística da Produção Agropecuária, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia  e Estatística) na última quarta-feira (10). 

De acordo com o IBGE, 17 unidades da federação registraram crescimento no abate de frangos no primeiro trimestre deste ano. O destaque fica por conta do Paraná, responsável por um terço da produção nacional. 

O abate de suínos também foi recorde para um primeiro trimestre, aponta o órgão. Bernardo Viscardi, analista da pesquisa, acredita que os recordes são puxados pela maior demanda do mercado externo, sobretudo a China, que está “afetada pela peste suína africana e tenta compensar sua produção interna com as carnes brasileiras”. 

Na contramão está a queda de 10,2% no abate de bovinos, se comparados o primeiro trimestre deste ano e o último trimestre de 2019. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.