Saúde·06 de fevereiro de 2020

MINUTO DA SAÚDE: Paciente com cancro mole e sem tratamento tem 18 vezes mais chance de contrair o HIV

O risco de contágio por cancro mole em uma relação sexual sem preservativo com uma pessoa infectada é próximo de 80%.

Por Agência do Rádio
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O cancro mole, uma Infecção Sexualmente Transmissível curável, é perigoso se permanecer sem tratamento. Além das dores agudas e a presença intensa de pus e secreções que intensificam a infecção da região afetada, uma pessoa com a doença e não tratada tem 18 vezes mais chance de contrair HIV, segundo o Ministério da Saúde. Isso porque o HIV é transmitido por vias sanguíneas. Por consequência, as feridas provocadas pelo cancro mole se tornam uma porta de entrada para o vírus.
Após infectar seu hospedeiro, a bactéria do cancro mole inicia uma fase de incubação e não manifesta sintomas que identifiquem o contágio. Essa fase pode durar de 3 a 14 dias antes que apareça algum sinal. Durante a fase inicial, a pessoa infectada passa a ser um novo transmissor da doença. A fase contagiosa pode se estender por semanas ou meses, enquanto durarem as lesões e sem que haja tratamento. A coordenadora-geral de Vigilância de ISTs do Ministério da Saúde, Angélica Espinosa, explica os sintomas da doença.

“É uma doença que causa várias lesões na região genital. São lesões que têm grande quantidade de pus e extremamente dolorosas. É uma lesão que maltrata quem foi infectado. frequência dela no Brasil, hoje, está muito baixa. Tem alguns bolsões específicos no nordeste e no norte. Em alguns lugares a gente já nem encontra mais o cancro mole”.

Pessoas que vivem em locais sem tratamento de água e esgoto ou que não fazem higiene pessoal com frequência são os hospedeiros originais da bactéria e a transmitem aos seus parceiros através do sexo vaginal, anal ou oral sem camisinha. O risco de contágio por cancro mole em uma relação sexual sem preservativo com uma pessoa infectada é próximo de 80%.
Caso suspeite que tenha sido contaminado, procure o serviço de saúde para obter o diagnóstico. Em caso de confirmação da infecção, faça o tratamento completo. Tanto os testes quanto os antibióticos utilizados para tratar o cancro mole são ofertados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, o SUS.
Sem camisinha, você assume o risco. Use camisinha e se proteja do cancro mole e de outras ISTs, como HIV e hepatites. Para mais informações, acesse: saúde.gov.br/ist.

O cancro mole, uma Infecção Sexualmente Transmissível curável, é perigoso se permanecer sem tratamento. Além das dores agudas e a presença intensa de pus e secreções que intensificam a infecção da região afetada, uma pessoa com a doença e não tratada tem 18 vezes mais chance de contrair HIV, segundo o Ministério da Saúde. Isso porque o HIV é transmitido por vias sanguíneas. Por consequência, as feridas provocadas pelo cancro mole se tornam uma porta de entrada para o vírus.
Após infectar seu hospedeiro, a bactéria do cancro mole inicia uma fase de incubação e não manifesta sintomas que identifiquem o contágio. Essa fase pode durar de 3 a 14 dias antes que apareça algum sinal. Durante a fase inicial, a pessoa infectada passa a ser um novo transmissor da doença. A fase contagiosa pode se estender por semanas ou meses, enquanto durarem as lesões e sem que haja tratamento. A coordenadora-geral de Vigilância de ISTs do Ministério da Saúde, Angélica Espinosa, explica os sintomas da doença.

TEC./SONORA: Angélica Espinosa, coordenadora-geral de Vigilância de ISTs do Ministério da Saúde.

“É uma doença que causa várias lesões na região genital. São lesões que têm grande quantidade de pus e extremamente dolorosas. É uma lesão que maltrata quem foi infectado. frequência dela no Brasil, hoje, está muito baixa. Tem alguns bolsões específicos no nordeste e no norte. Em alguns lugares a gente já nem encontra mais o cancro mole”.

Pessoas que vivem em locais sem tratamento de água e esgoto ou que não fazem higiene pessoal com frequência são os hospedeiros originais da bactéria e a transmitem aos seus parceiros através do sexo vaginal, anal ou oral sem camisinha. O risco de contágio por cancro mole em uma relação sexual sem preservativo com uma pessoa infectada é próximo de 80%.
Caso suspeite que tenha sido contaminado, procure o serviço de saúde para obter o diagnóstico. Em caso de confirmação da infecção, faça o tratamento completo. Tanto os testes quanto os antibióticos utilizados para tratar o cancro mole são ofertados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, o SUS.
Sem camisinha, você assume o risco. Use camisinha e se proteja do cancro mole e de outras ISTs, como HIV e hepatites. Para mais informações, acesse: saúde.gov.br/ist.

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