Estimativa do quarto levantamento da safra de café 2020, divulgado nesta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que o Brasil deve encerrar o ano com uma safra recorde de café. A expectativa é a produção de 63,08 milhões de sacas beneficiadas de café arábica e conilon. De acordo com a Conab, essa pode ser a maior safra da história, com um aumento de 27,9% na comparação com a colheita de 2019; e de 2,3% sobre o recorde anterior, obtido em 2018 (61,7 milhões de sacas).
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Segundo a Conab, além da bienalidade positiva do café arábica, o clima também contribuiu para o desenvolvimento das lavouras. A produção do grão superou a de 2018, chegando a 48,77 milhões de sacas. Em relação ao ano passado, o aumento é de 42,2%. Já o conilon, com produção estimada em 14,31 milhões de sacas, não teve o mesmo desempenho. O volume foi 4,7% menor que o obtido na safra anterior, o que pode ser atribuído às poucas chuvas nas regiões do Espírito Santo, principal produtor da variedade.
Estimativa do quarto levantamento da safra de café 2020, divulgado nesta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que o Brasil deve encerrar o ano com uma safra recorde de café. A expectativa é a produção de 63,08 milhões de sacas beneficiadas de café arábica e conilon. De acordo com a Conab, essa pode ser a maior safra da história, com um aumento de 27,9% na comparação com a colheita de 2019; e de 2,3% sobre o recorde anterior, obtido em 2018 (61,7 milhões de sacas).
Segundo a Conab, além da bienalidade positiva do café arábica, o clima também contribuiu para o desenvolvimento das lavouras. A produção do grão superou a de 2018, chegando a 48,77 milhões de sacas. Em relação ao ano passado, o aumento é de 42,2%. Já o conilon, com produção estimada em 14,31 milhões de sacas, não teve o mesmo desempenho. O volume foi 4,7% menor que o obtido na safra anterior, o que pode ser atribuído às poucas chuvas nas regiões do Espírito Santo, principal produtor da variedade.