Saúde·01 de fevereiro de 2020

Maioria dos casos de HIV são registrados em jovens de 15 a 29 anos; sífilis é mais comum no DF

Mais da metade das ocorrências foi registrada entre jovens de 15 a 29 anos do sexo masculino

Por Agência do Rádio
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Entre 2013 e 2018, 709 pessoas morreram no Distrito Federal em decorrência de Aids. Nesse período, foram notificados 3,7 mil casos de HIV, ou seja, pessoas infectadas pelo vírus, mas que não necessariamente desenvolveram a doença. Mais da metade das ocorrências foi registrada entre jovens de 15 a 29 anos do sexo masculino.

Apesar de mais conhecido, o HIV não é a única Infecção Sexualmente Transmissível (IST). A boa notícia é que pode ser evitado por meio de relações sexuais com preservativo. Segundo a gerente de Vigilância de ISTs da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Carina Matos, o aumento recente nos casos de ISTs no DF está ligado à falta de prevenção.

 “A gente tem um aumento de casos entre os jovens. A maior porcentagem dos casos têm entre 15 e 39 anos, com um aumento de incidência entre 15 e 29 anos de idade também. Quando a gente fala nos jovens, a gente tem difundido o uso do preservativo, outros métodos de prevenção. Mas as pesquisas mostram que os jovens não têm utilizado preservativos nas suas relações. O preservativo hoje no DF é distribuído em todas as unidades básicas de saúde. Não só o preservativo vaginal, como o preservativo peniano e o gel lubrificante.”

A Infecção Sexualmente Transmissível mais comum no Distrito Federal é a sífilis. Até junho de 2019, a média era de 863 diagnósticos para cada 100 mil habitantes. Fernando Pacheco, de 31 anos, foi um dos infectados pela bactéria que causa a doença. Após apresentar sintomas como febre e mal-estar, procurou ajuda médica. Sem um diagnóstico correto, só descobriu que foi infectado quando foi ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) da Rodoviária do Plano Piloto.

“Quando eu peguei essa doença, não sabia muita coisa sobre ela. Estava sentindo coceira e calafrios que só passavam quando eu tomava banho de água gelada. Fui em vários hospitais, fiz vários exames de sangue e nenhum constava que tipo de doença eu tinha. Até que eu resolvi procurar o CTA da Rodoviária e lá apareceu o diagnóstico de sífilis. Fiz o tratamento e já estou curado, me curei no mesmo mês em que fiz o tratamento. Depois que eu peguei essa doença, eu faço constantemente os exames de testagem a cada três meses.”

Assim como o Fernando, o mais indicado caso você tenha uma relação sexual desprotegida é procurar o CTA mais próximo e realizar um teste rápido. O mais importante, no entanto, é usar o preservativo masculino ou feminino em todas as relações.  Sem camisinha, você assume o risco. Use camisinha e se proteja de ISTs como HIV, sífilis e hepatites. Para mais informações, acesse saude.gov.br/ist.

Entre 2013 e 2018, 709 pessoas morreram no Distrito Federal em decorrência de Aids. Nesse período, foram notificados 3,7 mil casos de HIV, ou seja, pessoas infectadas pelo vírus, mas que não necessariamente desenvolveram a doença. Mais da metade das ocorrências foi registrada entre jovens de 15 a 29 anos do sexo masculino.

Apesar de mais conhecido, o HIV não é a única Infecção Sexualmente Transmissível (IST). A boa notícia é que pode ser evitado por meio de relações sexuais com preservativo. Segundo a gerente de Vigilância de ISTs da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Carina Matos, o aumento recente nos casos de ISTs no DF está ligado à falta de prevenção.

TEC./SONORA - Carina Matos, gerente de Vigilância de ISTs da Secretaria de Saúde do Distrito Federal

“A gente tem um aumento de casos entre os jovens. A maior porcentagem dos casos têm entre 15 e 39 anos, com um aumento de incidência entre 15 e 29 anos de idade também. Quando a gente fala nos jovens, a gente tem difundido o uso do preservativo, outros métodos de prevenção. Mas as pesquisas mostram que os jovens não têm utilizado preservativos nas suas relações. O preservativo hoje no DF é distribuído em todas as unidades básicas de saúde. Não só o preservativo vaginal, como o preservativo peniano e o gel lubrificante.”

A Infecção Sexualmente Transmissível mais comum no Distrito Federal é a sífilis. Até junho de 2019, a média era de 863 diagnósticos para cada 100 mil habitantes. Fernando Pacheco, de 31 anos, foi um dos infectados pela bactéria que causa a doença. Após apresentar sintomas como febre e mal-estar, procurou ajuda médica. Sem um diagnóstico correto, só descobriu que foi infectado quando foi ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) da Rodoviária do Plano Piloto.

TEC./SONORA - Fernando Pacheco, 31 anos, morador de Brasília

“Quando eu peguei essa doença, não sabia muita coisa sobre ela. Estava sentindo coceira e calafrios que só passavam quando eu tomava banho de água gelada. Fui em vários hospitais, fiz vários exames de sangue e nenhum constava que tipo de doença eu tinha. Até que eu resolvi procurar o CTA da Rodoviária e lá apareceu o diagnóstico de sífilis. Fiz o tratamento e já estou curado, me curei no mesmo mês em que fiz o tratamento. Depois que eu peguei essa doença, eu faço constantemente os exames de testagem a cada três meses.”

Assim como o Fernando, o mais indicado caso você tenha uma relação sexual desprotegida é procurar o CTA mais próximo e realizar um teste rápido. O mais importante, no entanto, é usar o preservativo masculino ou feminino em todas as relações.  Sem camisinha, você assume o risco. Use camisinha e se proteja de ISTs como HIV, sífilis e hepatites. Para mais informações, acesse saude.gov.br/ist.

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