Brasil·06 de dezembro de 2017

Visto para viagens entre Brasil e Emirados Árabes Unidos passa a ser isento

<p>O acordo prev&ecirc; a entrada, a sa&iacute;da e o tr&acirc;nsito dos cidad&atilde;os dos dois pa&iacute;ses por at&eacute; 90 dias a cada ano</p>

Por Agência do Rádio
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A partir de agora, o visto para viagens entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos vai ser isento. Segundo o acordo entre os dois países, ficam liberados a entrada, a saída e o trânsito dos cidadãos por até 90 dias a cada ano, sem necessidade do documento, em viagens de negócios e turismo.

A medida foi firmada em março deste ano, quando o ministro de Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos visitou o Itamaraty, em Brasília. Em abril, o país inaugurou um escritório da Câmara de Comércio de Dubai, em São Paulo (SP), o oitavo do tipo em todo o mundo. Na quinta-feira passada (30), o Senado Federal aprovou a isenção de vistos entre os dois países e, nesta terça-feira (5), o acordo entrou em vigor.

O ministro do Turismo, Marx Beltrão, defende a facilitação de vistos a estrangeiros como forma de aumentar a quantidade de visitantes ao país.

“Nós temos que facilitar a entrada de turistas estrangeiros no nosso Brasil. Nas Olimpíadas, o Brasil, através de uma medida provisória, liberou durante três meses, a entrada de turistas dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão e cerca de 130 mil turistas estrangeiros destes quatro países vieram aos jogos olímpicos por conta da liberação de vistos. Eles afirmaram isto nas pesquisas que o Ministério do Turismo fez.”

Marx Beltrão disse também que esta a facilitação de vistos vai contribuir para a geração de emprego e renda por meio do turismo.

“Cada turista estrangeiro que vem, ele gasta, em média, de US$1.500 a US$2.000. Então é importante que a gente facilite os caminhos para que os turistas estrangeiros possam visitar o nosso país, aqui, deixando recursos e gerando emprego.”

Segundo o Ministério do Turismo, o benefício do visto eletrônico pode ser estendido a três países, nesta primeira fase: Japão, Estados Unidos e Canadá. De acordo com dados da Organização Mundial do Turismo, a mudança deve aumentar em até 25% a entrada de turistas de outros países.

Reportagem, Cintia Moreira.

 

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