Brasil - Comércio·20 de novembro de 2020

Venda interestadual de produtos cárneos é liberada

Instrução Normativa do Governo Federal permite que estados e DF concedam o Selo Arte aos produtores artesanais, liberando o comércio entre as unidades da Federação de produtos como embutidos e defumados

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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Uma Instrução Normativa publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) permite o comércio interestadual de produtos cárneos artesanais, como carne de sol, linguiças e defumados. A medida permite que estados e DF concedam o Selo Arte aos produtores artesanais de todo o Brasil.

O Selo Arte é uma certificação que possibilita que produtos como queijos, embutidos, pescados e mel possam ser vendidos livremente em qualquer parte do país.

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Segundo o Mapa, os entes federados devem reconhecer, por meio de protocolos específicos, os produtos artesanais dos respectivos territórios. Os produtores rurais de animais destinados ao abate para fabricação de mercadorias artesanais devem comprovar o atendimento às Boas Práticas Agropecuárias, sendo que o produto ter origem em abatedouros ou frigoríficos com inspeção oficial.

Uma Instrução Normativa publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) permite o comércio interestadual de produtos cárneos artesanais, como carne de sol, linguiças e defumados. A medida permite que estados e DF concedam o Selo Arte aos produtores artesanais de todo o Brasil.

O Selo Arte é uma certificação que possibilita que produtos como queijos, embutidos, pescados e mel possam ser vendidos livremente em qualquer parte do país.

Segundo o Mapa, os entes federados devem reconhecer, por meio de protocolos específicos, os produtos artesanais dos respectivos territórios. Os produtores rurais de animais destinados ao abate para fabricação de mercadorias artesanais devem comprovar o atendimento às Boas Práticas Agropecuárias, sendo que o produto ter origem em abatedouros ou frigoríficos com inspeção oficial.
 

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Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.