Saúde·04 de junho de 2020

Venda de máscaras de pano em drogarias reforça o combate à Covid-19, afirma Anvisa

Agência ressalta que o uso do equipamento é de suma importância para evitar o contágio da doença

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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Há quase um mês, farmácias de todo o país estão liberadas para comercializar máscaras de uso não profissional, conforme liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o órgão, a medida visa facilitar o acesso da população ao produto considerado de suma importância para evitar o contágio da Covid-19. Todos os estados brasileiros recomendam ou obrigam a população a usar o equipamento. 

Diversas pesquisas científicas atestaram a eficácia da máscara em evitar a contaminação do novo coronavírus. A Anvisa reforça que o uso de máscaras de tecido deve ser adotado juntamente com outras medidas, como o distanciamento social e a higienização frequente das mãos.

As máscaras de uso não profissional não são enquadradas como produtos para saúde para fins regulatórios, de acordo com a agência. A Anvisa publicou em sua página na internet um guia com orientações sobre o uso do produto para a população em geral. 

Há quase um mês, farmácias de todo o país estão liberadas para comercializar máscaras de uso não profissional, conforme liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o órgão, a medida visa facilitar o acesso da população ao produto considerado de suma importância para evitar o contágio da Covid-19. Todos os estados brasileiros recomendam ou obrigam a população a usar o equipamento. 

Diversas pesquisas científicas atestaram a eficácia da máscara em evitar a contaminação do novo coronavírus. A Anvisa reforça que o uso de máscaras de tecido deve ser adotado juntamente com outras medidas, como o distanciamento social e a higienização frequente das mãos.

As máscaras de uso não profissional não são enquadradas como produtos para saúde para fins regulatórios, de acordo com a agência. A Anvisa publicou em sua página na internet um guia com orientações sobre o uso do produto para a população em geral. 

Reportagem, Paulo Oliveira

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.