Saúde - Rio de Janeiro·03 de fevereiro de 2021

Vacinas que ficaram sem refrigeração no Rio de Janeiro precisam ser aplicadas em 14 dias

Doses da CoronaVac ficaram fora da refrigeração no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) em 24 de janeiro, por causa de uma queda de energia, segundo o Ministério da Saúde

Por Alan RiosAlan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".
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O Rio de Janeiro precisa aplicar, nos próximos 14 dias, 720 doses da CoronaVac que ficaram fora da refrigeração. Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas que estavam no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) ficaram nestas condições em 24 de janeiro, devido a uma queda de energia. Mas, segundo avaliação científica, elas ainda podem ser aplicadas.

Para determinar a segurança e eficácia do uso, foi realizada uma análise do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O estudo mostrou que elas ainda poderão ser aplicadas, dentro das próximas duas semanas.

O caso ainda está sendo investigado, pois a concessionária de energia elétrica Light, que atende o local, disse que não houve interrupção no fornecimento de energia para o Hospital no dia em questão. Na mesma semana, o então diretor do hospital, Edson Joaquim de Santana, foi exonerado em portaria publicada em 27 de janeiro, no Diário Oficial da União.

O Rio de Janeiro precisa aplicar, nos próximos 14 dias, 720 doses da CoronaVac que ficaram fora da refrigeração. Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas que estavam no Hospital Federal de Bonsucesso ficaram nestas condições em 24 de janeiro, devido a uma queda de energia. Mas, segundo avaliação científica, elas ainda podem ser aplicadas.

Para determinar a segurança e eficácia do uso, foi realizada uma análise do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde, da Fiocruz. O estudo mostrou que elas ainda poderão ser aplicadas, dentro das próximas duas semanas.

O caso ainda está sendo investigado, pois a concessionária de energia elétrica que atende o local, disse que não houve interrupção no fornecimento de energia para o Hospital no dia em questão. Na mesma semana, o então diretor do hospital, Edson Joaquim de Santana, foi exonerado em portaria publicada em 27 de janeiro, no Diário Oficial da União.

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Sobre a repórter

Alan Rios

Alan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".