Economia·07 de julho de 2020

União vai investir até R$ 53 bi para pagamento de benefício que mantém emprego e renda

Projeção de gastos é do IFI, do Senado; visa compensar redução de salário e jornada

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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O governo federal terá de investir entre R$ 26 e R$ 52 bilhões para garantir o pagamento do chamado Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda. A projeção é da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, que está descrita na Nota Técnica 44 da Casa.  

O texto analisa o benefício emergencial criado para trabalhadores formais pela Medida Provisória (MP) 936/2020, aprovada pelo Congresso Nacional na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 15/2020. Esse texto ainda não foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, mas o programa já está em andamento desde 1º de abril, data de vigência da MP. 

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Até o final de junho, o governo já tinha arcado com R$ 14 bilhões com o benefício. O estudo afirma ainda que 11 milhões de empregos foram preservados nesse período. Apesar do gasto governamental, a Instituição Fiscal Independente lembra que o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (Pemer), do qual o Benefício é uma das ferramentas, terá o efeito de diminuir as despesas com o seguro-desemprego até o fim do ano. 

A motivação para o governo criar o Programa, segundo o estudo, veio da desaceleração da economia causada pela pandemia, o que diminuiu consumo e investimentos e levou à queda do faturamento das empresas. 

O governo federal terá de investir entre R$ 26 e R$ 52 bilhões para garantir o pagamento do chamado Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda. A projeção é da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, que está descrita na Nota Técnica 44 da Casa.  

O texto analisa o benefício emergencial criado para trabalhadores formais pela Medida Provisória (MP) 936/2020, aprovada pelo Congresso Nacional na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 15/2020. Esse texto ainda não foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, mas o programa já está em andamento desde 1º de abril, data de vigência da MP. 

Até o final de junho, o governo já tinha arcado com R$ 14 bilhões com o benefício. O estudo afirma ainda que 11 milhões de empregos foram preservados nesse período. Apesar do gasto governamental, a Instituição Fiscal Independente lembra que o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (Pemer), do qual o Benefício é uma das ferramentas, terá o efeito de diminuir as despesas com o seguro-desemprego até o fim do ano. 

A motivação para o governo criar o Programa, segundo o estudo, veio da desaceleração da economia causada pela pandemia, o que diminuiu consumo e investimentos e levou à queda do faturamento das empresas. 

Reportagem, Jalila Arabi. 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.