Educação - Minas Gerais·24 de fevereiro de 2021

UFMG oferece vagas para estrangeiros em vulnerabilidade e indígenas

Vagas são de graduação e seleção é feita com base nas notas do Enem nos últimos cinco anos

Por Alan RiosAlan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".
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A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está oferecendo vagas em cursos de graduação para estrangeiros em situação de vulnerabilidade e indígenas brasileiros aldeados. A seleção é feita com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

São 77 vagas para refugiados, asilados políticos, apátridas, portadores de visto temporário ou de autorização de residência. O candidato precisa ter realizado o Enem entre 2016 e 2020, e se inscrever no site da Comissão Permanente do Vestibular (Copeve) até a próxima quinta-feira (25).

As vagas para estudantes indígenas são destinadas aos candidatos que concluíram o Ensino Médio, ou equivalente, ou estão no 3º ano desta etapa. É necessário que o candidato tenha participado pelo menos uma vez do Enem, entre os anos de 2015 a 2020. As inscrições se encerram em 1º de março.

A Universidade Federal de Minas Gerais está oferecendo vagas em cursos de graduação para estrangeiros em situação de vulnerabilidade e indígenas brasileiros aldeados. A seleção é feita com base nas notas do Enem.

São 77 vagas para estrangeiros como refugiados ou asilados políticos. O candidato precisa se inscrever no site da Comissão Permanente do Vestibular (Copeve) até a próxima quinta-feira (25).

As vagas para estudantes indígenas se encerram em 1º de março.

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Sobre a repórter

Alan Rios

Alan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".