Brasil·11 de setembro de 2020

TCU identifica quase 42 mil irregulares em folhas de pagamento de servidores federais

Levantamento foi feito com informações de órgãos federais entre janeiro e dezembro do ano passado

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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Fiscalização realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) detectou quase 42 mil indícios de irregularidades em dados cadastrais e folhas de pagamento de servidores federais. O levantamento foi realizado com dados de janeiro a dezembro de 2019. 

Segundo o ministro Aroldo Cedraz, relator do processo de fiscalização na corte, é estimado um benefício de R$ 6,6 bilhões, em 10 anos, com a descoberta dessas irregularidades. O ministro afirmou que o objetivo do trabalho é monitorar os gastos com pessoal, coibir fraudes e irregularidades e promover o aperfeiçoamento dos controles internos da administração pública federal de forma contínua. 

Força Tarefa Cidadã aponta irregularidades dos municípios nos gastos relacionados à Covid-19

A fiscalização abrange órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, do Ministério Público da União, além de entidades da administração indireta e dos Conselhos de Fiscalização Profissional. Diversas entidades, entre elas o Conselho da Justiça Federal (CJF) e o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) deverão prestar esclarecimentos ao TCU sobre as irregularidades encontradas.  

LOC.: Fiscalização realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) detectou quase 42 mil indícios de irregularidades em dados cadastrais e folhas de pagamento de servidores federais. O levantamento foi realizado com dados de janeiro a dezembro de 2019. 

Segundo o ministro Aroldo Cedraz, relator do processo de fiscalização na corte, é estimado um benefício de R$ 6,6 bilhões, em 10 anos, com a descoberta dessas irregularidades. O ministro afirmou que o objetivo do trabalho é monitorar os gastos com pessoal, coibir fraudes e irregularidades e promover o aperfeiçoamento dos controles internos da administração pública federal de forma contínua. 

A fiscalização abrange órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, do Ministério Público da União, além de entidades da administração indireta e dos Conselhos de Fiscalização Profissional. Diversas entidades, entre elas o Conselho da Justiça Federal (CJF) e o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) deverão prestar esclarecimentos ao TCU sobre as irregularidades encontradas.  

Reportagem, Paulo Oliveira

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.