Brasil·27 de fevereiro de 2019

Taxa de desemprego volta a subir no Brasil após duas quedas consecutivas

No trimestre móvel encerrado em janeiro, o índice de pessoas desocupadas no país chegou 12%, atingindo 12,7 milhões de pessoas

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Por Marquezan Araújo

Após duas quedas consecutivas, a taxa de desemprego voltou a subir no Brasil. No trimestre móvel encerrado em janeiro, o índice de pessoas desocupadas no país chegou a 12%, atingindo 12 milhões e 700 mil brasileiros. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, a alta do desemprego notada nesse período é reflexo de um movimento comum de início de ano, já que janeiro é um mês em que muitos trabalhadores temporários são dispensados.

Ainda de acordo com o levantamento do IBGE, o número de trabalhadores por conta própria e de empregadores foi responsável por um recorde histórico no trimestre encerrado em janeiro. Essas duas categorias reuniram 23,9 milhões e 4,5 milhões de pessoas, respectivamente.

A quantidade de trabalhadores sem carteira de trabalho assinada caiu 2,8% em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, no entanto, subiu 2,9%, o que corresponde a um adicional de 320 mil pessoas. Já número de empregados com carteira de trabalho assinada ficou estável na comparação com o trimestre anterior, com 32 milhões e 900 mil profissionais.

O IBGE revelou ainda que o número de pessoas em situação de desalento – aquelas que desistiram de procurar emprego – terminou o trimestre encerrado em janeiro com um total de 4 milhões e 700 mil pessoas. O número ficou estável na comparação com o trimestre anterior, mas subiu 6,7% em relação a 2018.
 

Após duas quedas consecutivas, a taxa de desemprego voltou a subir no Brasil. No trimestre móvel encerrado em janeiro, o índice de pessoas desocupadas no país chegou a 12%, atingindo 12 milhões e 700 mil brasileiros. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, a alta do desemprego notada nesse período é reflexo de um movimento comum de início de ano, já que janeiro é um mês em que muitos trabalhadores temporários são dispensados.

Ainda de acordo com o levantamento do IBGE, o número de trabalhadores por conta própria e de empregadores foi responsável por um recorde histórico no trimestre encerrado em janeiro. Essas duas categorias reuniram 23,9 milhões e 4,5 milhões de pessoas, respectivamente.

A quantidade de trabalhadores sem carteira de trabalho assinada caiu 2,8% em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, no entanto, subiu 2,9%, o que corresponde a um adicional de 320 mil pessoas. Já número de empregados com carteira de trabalho assinada ficou estável na comparação com o trimestre anterior, com 32 milhões e 900 mil profissionais.

O IBGE revelou ainda que o número de pessoas em situação de desalento – aquelas que desistiram de procurar emprego – terminou o trimestre encerrado em janeiro com um total de 4 milhões e 700 mil pessoas. O número ficou estável na comparação com o trimestre anterior, mas subiu 6,7% em relação a 2018.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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