Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma tecnologia que consegue capturar amostras do novo coronavírus no ar. O sistema vai poder ser útil na retomada das atividades econômicas, pois é capaz de monitorar a segurança sanitária de ambientes com grande concentração de pessoas. A ferramenta surgiu a partir de uma parceria entre a startup Omni-electronica e o Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP).
O sistema de monitoramento da qualidade do ar, chamado de SPIRI, é oferecido por meio de uma assinatura. O aparelho com vários sensores é instalado no local a ser observado e envia as informações para uma central, que gera laudos on-line e em tempo real. Com os dados, os técnicos podem instruir o cliente sobre a melhor forma de aumentar a circulação do ar, nos casos em que ela está inadequada.
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Um dos responsáveis pela ferramenta acredita que se o sistema foi integrado ao monitoramento do vírus no ar de locais movimentados, como estações de trem e metrô, pode contribuir para um retorno mais seguro às atividades econômicas. A partir de testes no Hospital das Clínicas, os pesquisadores criaram indicadores que conseguem captar diferentes níveis de risco de contaminação.
Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma tecnologia que consegue capturar amostras do novo coronavírus no ar. O sistema vai poder ser útil na retomada das atividades econômicas, pois é capaz de monitorar a segurança sanitária de ambientes com grande concentração de pessoas. A ferramenta surgiu a partir de uma parceria entre a startup Omni-electronica e o Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP).
O sistema de monitoramento da qualidade do ar, chamado de SPIRI, é oferecido por meio de uma assinatura. O aparelho com vários sensores é instalado no local a ser observado e envia as informações para uma central, que gera laudos on-line e em tempo real. Com os dados, os técnicos podem instruir o cliente sobre a melhor forma de aumentar a circulação do ar, nos casos em que ela está inadequada.
Um dos responsáveis pela ferramenta acredita que se o sistema foi integrado ao monitoramento do vírus no ar de locais movimentados, como estações de trem e metrô, pode contribuir para um retorno mais seguro às atividades econômicas. A partir de testes no Hospital das Clínicas, os pesquisadores criaram indicadores que conseguem captar diferentes níveis de risco de contaminação.
Reportagem, Felipe Moura.