Economia·18 de junho de 2020

Setor de serviços deve recuar 5,6% em 2020, aponta CNC

Expectativa anterior à pandemia era de crescimento de 2,1%

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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O setor de serviços deve ter uma retração de 5,6% no volume de receitas este ano, segundo projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A estimativa se baseia em dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

Se a projeção se confirmar, o setor terciário vai registrar o pior desempenho anual desde o início da série histórica. Sem os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus, a estimativa da CNC era de que o setor crescesse 2,1% em 2020. 

Entre as atividades, as que apresentaram maior queda mensal em abril, por exemplo, foram a prestação de serviços às famílias (-44,1%), transporte, armazenagem e correio (-17,8%). Mais especificamente, os serviços de alimentação e alojamento (- 46,5%) e o transporte aéreo (- 73,8%) tiveram as maiores quedas. 

Após recuo de 30% em março, as atividades relacionadas ao turismo, diminuíram 54,5% em abril. Nos últimos três meses, a CNC calcula que  o setor perdeu quase R$ 90 bilhões.  

 O setor de serviços deve ter uma retração de 5,6% no volume de receitas este ano, segundo projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A estimativa se baseia em dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

Se a projeção se confirmar, o setor terciário vai registrar o pior desempenho anual desde o início da série histórica. Sem os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus, a estimativa da CNC era de que o setor crescesse 2,1% em 2020. 

Entre as atividades, as que apresentaram maior queda mensal em abril, por exemplo, foram a prestação de serviços às famílias (-44,1%), transporte, armazenagem e correio (-17,8%). Mais especificamente, os serviços de alimentação e alojamento (- 46,5%) e o transporte aéreo (- 73,8%) tiveram as maiores quedas. 

Após recuo de 30% em março, as atividades relacionadas ao turismo, diminuíram 54,5% em abril. Nos últimos três meses, a CNC calcula que  o setor perdeu quase R$ 90 bilhões. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.