Saúde·28 de dezembro de 2017

SERRINHA (BA): Zona rural extensa dificulta combate ao mosquito

<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; text-align: justify;">Ol&aacute;, amigo radialista de Serrinha e Riach&atilde;o do Jacu&iacute;pe. Voc&ecirc; conhece a Dengue, Zika e Chikungunya, n&atilde;o &eacute; mesmo? Segundo o mapa da dengue, divulgado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, em novembro de 2017, Serrinha e Riach&atilde;o do Jacu&iacute;pe est&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de risco em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de focos do mosquito transmissor dessas doen&ccedil;as. Serrinha est&aacute; classificada assim h&aacute; tr&ecirc;s anos e Riach&atilde;o do Jacu&iacute;pe h&aacute; dois. Produzimos um material sobre a dificuldade do combate ao mosquito na zona rural de Serrinha, que &eacute; muito extensa. Veiculando este material voc&ecirc; estar&aacute; ajudando no combate ao mosquito, inclusive na zona rural, em locais de dif&iacute;cil acesso, onde o r&aacute;dio impacta diretamente nas pessoas.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Segundo o mapa da Dengue, divulgado pelo Ministério da Saúde, em novembro de 2017, Serrinha estava em situação de risco em relação ao número de focos do mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, pelo terceiro ano consecutivo. Segundo a diretora de Vigilância em Saúde da cidade, Patrícia Dutra Rocha, por ser extensa, a zona rural do município requer atenção no combate ao mosquito.

“Avaliando um panorama da nossa região, que é Nordeste, sobretudo a área territorial da zona rural, que é extensa em diversos municípios, então assim, por ser extensa, necessita de uma equipe maior. E, às vezes, a gente não tem como oferecer equipe maior. E, além disso, as localidades das casas são distantes, até para se fazer um trabalho, que é um trabalho também muito cansativo, porque as casas não são muito próximas. Têm localidades que são distantes.”

Assim como no restante do Brasil, em Serrinha, os depósitos utilizados para armazenar água são os lugares onde foi encontrado o maior número de focos do mosquito. Em 2017, há registro de mais de 65 mil focos no Brasil. Quase metade deles estava em depósitos de água, como caixas d’água, tambores, cisternas, pneus, garrafas e calhas. O diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Márcio Henrique Garcia, fala sobre os locais onde foram encontrados mais focos do mosquito em todo o país.

“O maior número de focos de mosquito foram encontrados em depósitos de armazenamentos de água. E aí nós estamos falando de caixas d’água, de cisternas. E 21 mil foram encontrados em outros depósitos, também domiciliares, como, por exemplo, vasos de planta e outros depósitos. 14 mil foram encontrados em lixo, ou seja, em terrenos baldios e outros.”

Fique atento. Você, que mora na zona rural, limpe lugares que possam acumular água. Esses locais são propícios para a proliferação do mosquito. Coloque telas para proteger os depósitos de água. Participe também e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.
 

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