Brasil·06 de maio de 2019

Sérgio Moro defende que empresários deem oportunidade de trabalho para presos

Segundo o ministro, esta será uma forma de ressocialização

Por Cintia MoreiraEm uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defendeu, nesta segunda-feira (6), que as empresas brasileiras contratem pessoas que cumprem pena ou que deixaram o sistema prisional.

De acordo com Moro, é importante que os empresários ofereçam oportunidades de emprego para essas pessoas como forma de ressocialização.

"Nós temos que acreditar na ressocialização do preso. Esse é um objetivo importante. Nós nunca podemos perder a fé e a esperança de que as pessoas podem se redimir. E uma das melhores maneiras é dar uma oportunidade para essas pessoas. Oportunidades que algumas não tiveram fora das prisões. E uma das maiores oportunidades é incentivar o trabalho dentro das prisões”, disse.

A fala foi dita pelo ministro durante a cerimônia de entrega do Selo Resgata a 198 empresas de 15 estados. Este selo, que foi lançado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública no fim de 2017, é uma estratégia federal de estímulo às empresas públicas e privadas, bem como a órgãos públicos e empreendimentos de economia solidária, para que contratem pessoas privadas de liberdade que estejam cumprindo penas alternativas ou que já tenham deixado o sistema prisional.

A contratação dessas pessoas é feita por meio de convênios que as empresas habilitadas a apoiar o trabalho de ressocialização assinam com os governos dos estados onde atuam.

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A fala foi dita pelo ministro durante a cerimônia de entrega do Selo Resgata a 198 empresas de 15 estados. Este selo, que foi lançado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública no fim de 2017, é uma estratégia federal de estímulo às empresas públicas e privadas, bem como a órgãos públicos e empreendimentos de economia solidária, para que contratem pessoas privadas de liberdade que estejam cumprindo penas alternativas ou que já tenham deixado o sistema prisional.

A contratação dessas pessoas é feita por meio de convênios que as empresas habilitadas a apoiar o trabalho de ressocialização assinam com os governos dos estados onde atuam.

Reportagem, Cintia Moreira

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Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.