Política·20 de março de 2019

Sérgio Cabral é denunciado pela 29ª vez pelo MPF por corrupção e lavagem de dinheiro

Também foram denunciados, Regis Fichtner, que foi secretário estadual da Casa Civil e o coronel da Polícia Militar Fernando França

Por Tainá FerreiraJornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Tainá começou na Empresa Júnior Movimento e depois atuou na TV universitária UnBTV. Depois de um tempo entrou para a redação do jornal Correio Braziliense e, após a experiência, partiu para a assessoria de imprensa.
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Por Tainá Ferreira

Nesta terça-feira (19), o Ministério Público Federal denunciou pela 29ª vez, o ex-governador Sérgio Cabral, por corrupção e lavagem de dinheiro. A denúncia faz parte da operação Consigliere, uma das fases da Lava Jato no estado.

Também foram denunciados, Regis Fichtner, que foi secretário estadual da Casa Civil nos dois mandatos de Cabral, e o coronel da Polícia Militar Fernando França. Além de serem acusados por corrupção e lavagem de dinheiro, os dois são indiciados por organização criminosa. 

Regis é acusado pelos procuradores de ter recebido R$ 4,9 milhões em propina, do então governador Sérgio Cabral e o coronel Fernando França é acusado de ser o operador financeiro de Regis. 

De acordo com a denúncia, Regis é figura central da organização criminosa chefiada por Cabral e usava do cargo de chefe da Casa Civil e de suas habilidades jurídicas para justificar alterações contratuais, editais de licitação benefícios fiscais e contratação de obras.

Nesta terça-feira (19), o Ministério Público Federal denunciou pela vigésima nova vez, o ex-governador Sérgio Cabral, por corrupção e lavagem de dinheiro. A denúncia faz parte da operação Consigliere, uma das fases da Lava Jato no estado.

Também foram denunciados, Regis Fichtner, que foi secretário estadual da Casa Civil nos dois mandatos de Cabral, e o coronel da Polícia Militar Fernando França. Além de serem acusados por corrupção e lavagem de dinheiro, os dois são indiciados por organização criminosa. 

Regis é acusado pelos procuradores de ter recebido R$ 4,9 milhões em propina, do então governador Sérgio Cabral e o coronel Fernando França é acusado de ser o operador financeiro de Regis. 

De acordo com a denúncia, Regis é figura central da organização criminosa chefiada por Cabral e usava do cargo de chefe da Casa Civil e de suas habilidades jurídicas para justificar alterações contratuais, editais de licitação benefícios fiscais e contratação de obras.

Reportagem, Tainá Ferreira 

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Sobre a repórter

Tainá Ferreira

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Tainá começou na Empresa Júnior Movimento e depois atuou na TV universitária UnBTV. Depois de um tempo entrou para a redação do jornal Correio Braziliense e, após a experiência, partiu para a assessoria de imprensa.