Política - Pandemia·10 de agosto de 2020

Senado pode apreciar duas propostas que suspendem teto de gastos durante a pandemia

Textos já estão prontos para irem à votação; para alguns senadores, Emenda Constitucional nº 95 prejudicou repasse de recursos para o SUS

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Duas propostas de emenda à Constituição que suspendem a aplicação do texto de gastos estão prontas para irem à votação no Senado. As PECs querem impedir que o limite de gastos do governo atinja o Sistema Único de Saúde (SUS) e propõem a suspensão da Emenda Constitucional nº 95 durante o período de calamidade pública, decretada em decorrência da pandemia da Covid-19.

A emenda do teto de gastos estabelece que o Executivo só pode aumentar as despesas de acordo com a inflação acumulada conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Promulgada em 2016, o objetivo da proposta era conter o crescimento descontrolado dos gastos públicos.

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Autores das propostas que pretendem suspender o teto de gastos, os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Zenaide Maia (Pros-RN) afirmam que o SUS deixou de receber bilhões em recursos. O primeiro parlamentar sugere que a flexibilização ocorra por dois anos a partir da publicação. Já a segunda, pede que o teto de gastos seja suspenso até 2022.

Duas propostas de emenda à Constituição que suspendem a aplicação do texto de gastos estão prontas para irem à votação no Senado. As PECs querem impedir que o limite de gastos do governo atinja o Sistema Único de Saúde (SUS) e propõem a suspensão da Emenda Constitucional nº 95 durante o período de calamidade pública, decretada em decorrência da pandemia da Covid-19.

A emenda do teto de gastos estabelece que o Executivo só pode aumentar as despesas de acordo com a inflação acumulada conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Promulgada em 2016, o objetivo da proposta era conter o crescimento descontrolado dos gastos públicos.

Autores das propostas que pretendem suspender o teto de gastos, os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Zenaide Maia (Pros-RN) afirmam que o SUS deixou de receber bilhões em recursos. O primeiro parlamentar sugere que a flexibilização ocorra por dois anos a partir da publicação. Já a segunda, pede que o teto de gastos seja suspenso até 2022.

Reportagem, Felipe Moura.

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.