Meio Ambiente·10 de setembro de 2020

Senado cria comissão para acompanhar combate aos incêndios no Pantanal

Fogo já destruiu mais de 2 milhões de hectares

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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O Senado criou uma comissão temporária para acompanhar o enfrentamento dos incêndios no Pantanal. Neste ano, o fogo já destruiu mais de 2 milhões de hectares na região. A área  é rica em biodiversidade, sendo um dos principais habitats das onças-pintadas no Brasil. 

A comissão terá o papel de analisar a evolução das queimadas e fiscalizar quais providências o governo está tomando para evitar novos focos de incêndio, para limpar locais já atingidos e proteger a população que mora perto da área dos incêndios.

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Atualmente, o combate ao incêndio é feito por bombeiros e por membros da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. As Forças Armadas entraram no combate no dia 25 de julho no Mato Grosso do Sul e em 5 de agosto no Mato Grosso, a pedido dos governos estaduais. 

 O Senado criou uma comissão temporária para acompanhar o enfrentamento dos incêndios no Pantanal. Neste ano, o fogo já destruiu mais de 2 milhões de hectares na região. A área  é rica em biodiversidade, sendo um dos principais habitats das onças-pintadas no Brasil. 

A comissão terá o papel de analisar a evolução das queimadas e fiscalizar quais providências o governo está tomando para evitar novos focos de incêndio, para limpar locais já atingidos e proteger a população que mora perto da área dos incêndios.

Atualmente, o combate ao incêndio é feito por bombeiros e por membros da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. As Forças Armadas entraram no combate no dia 25 de julho no Mato Grosso do Sul e em 5 de agosto no Mato Grosso, a pedido dos governos estaduais. 

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.