A primeira semana de abril será marcada por chuvas concentradas do centro ao norte do país. O calor e a umidade favorecem a instabilidade do tempo e a influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continua mantendo os volumes de chuva nas faixas norte e nordeste do país. A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Andreia Ramos, meteorologista do Inmet, explica que também haverá chuva ao longo da semana em toda a faixa litorânea das áreas alongadas de baixa pressão, que favorecem a instabilidade e proporcionam chuvas de uma forma mais localizada.
“Já no centro-sul do país ainda temos muita chuva para acontecer. Lembrando que a gente ainda está no outono, que é uma estação de transição, então isso significa que ele ainda tem aquela característica de verão com umidade e temperaturas que favorecem pancadas de chuvas principalmente na parte da tarde”, completa.
A meteorologista afirma que na região Sudeste as chuvas ficam localizadas mais na parte oeste de Minas Gerais, mas também chove no sul e na capital Belo Horizonte. “Em relação ao Espírito Santo e Rio de Janeiro, também temos chuvas em forma de pancadas com trovoadas e rajadas de vento ao longo semana. Principalmente a partir da quarta-feira”.
Andreia aponta que, devido a uma massa de ar frio no Sul e no Sudeste, haverá um declínio de temperatura durante a semana.
De acordo com nota publicada pelo Inmet, nas áreas produtoras do Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, os níveis de água do solo poderão ficar em níveis satisfatórios. Entretanto, em áreas centrais da Bahia, Sergipe, Alagoas, mesmo que ocorram chuvas dentro da média, o armazenamento de água no solo poderá continuar baixo e impactar negativamente as culturas na região.
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De acordo com nota publicada pelo Inmet, nas áreas produtoras do Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, os níveis de água do solo poderão ficar em níveis satisfatórios. Mas em áreas centrais da Bahia, Sergipe, Alagoas, mesmo que ocorram chuvas dentro da média, o armazenamento de água no solo pode continuar baixo e impactar negativamente as culturas na região.
Reportagem, Sophia Stein