Brasil·29 de abril de 2019

Sede do PSL em Minas é alvo de buscas em operação que investiga supostas candidaturas-laranja

A Justiça de Minas Gerais apura se houve irregularidades no repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pelo partido a quatro candidatas no último pleito

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A sede do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, em Minas Gerais, foi alvo de buscas pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (29). As ações fazem parte da operação Sufrágio Ostentação, que investiga supostas candidaturas-laranja durante as eleições de 2018. 

Os mandados foram cumpridos em Belo Horizonte e mais quatro cidades. Os agentes apreenderam documentos relativos à produção de material gráfico de campanhas eleitorais. Os mandados foram expedidos pela 26ª Zona Eleitoral da capital mineira. 

Desde fevereiro, a Justiça de Minas Gerais apura se houve irregularidades no repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pelo partido a quatro candidatas no último pleito. As suspeitas foram levantadas porque elas tiveram votações pouco expressivas, apesar de terem recebido dinheiro da sigla para investir na campanha. 

O diretório, na época, era presidido pelo atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. No entanto, ele não é alvo direto da operação.

Uma gráfica localizada no bairro Ipanema, na Região Noroeste de BH também foi alvo das buscas realizadas pela PF. Os agentes também estiveram em duas gráficas em Contagem, na Região Metropolitana. As outras cidades onde as ações aconteceram foram Lagoa Santa, Coronel Fabriciano e Ipatinga.


A sede do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, em Minas Gerais, foi alvo de buscas pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (29). As ações fazem parte da operação Sufrágio Ostentação, que investiga supostas candidaturas-laranja durante as eleições de 2018. 

Os mandados foram cumpridos em Belo Horizonte e mais quatro cidades. Os agentes apreenderam documentos relativos à produção de material gráfico de campanhas eleitorais. Os mandados foram expedidos pela 26ª Zona Eleitoral da capital mineira. 

Desde fevereiro, a Justiça de Minas Gerais apura se houve irregularidades no repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pelo partido a quatro candidatas no último pleito. As suspeitas foram levantadas porque elas tiveram votações pouco expressivas, apesar de terem recebido dinheiro da sigla para investir na campanha. 

O diretório, na época, era presidido pelo atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. No entanto, ele não é alvo direto da operação.

Uma gráfica localizada no bairro Ipanema, na Região Noroeste de BH também foi alvo das buscas realizadas pela PF. Os agentes também estiveram em duas gráficas em Contagem, na Região Metropolitana. As outras cidades onde as ações aconteceram foram Lagoa Santa, Coronel Fabriciano e Ipatinga.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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