Agronegócios - Café·24 de março de 2021

Seca provocou prejuízos à produção de café no Brasil em 2020, aponta CNA

Estudo ouviu 321 produtores de nove estados. Severidade da seca comprometeu 77% da produção da safra de 2021

Por Laísa LopesRepórter com atuação em rádio, TV e assessoria de imprensa. Trabalhou no portal Metrópoles, na Rádio Senado e na assessoria de comunicação da Polícia Federal. Além disso, fez parte da equipe do programa Ricardo Noronha Show, da TV Brasília.
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Pesquisa da Safra Cafeeira 2020 elaborada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Café Point aponta que a seca trouxe severos prejuízos à cafeicultura. O estudo ouviu 321 produtores de nove estados entre 1º de outubro e 19 de dezembro de 2020.

Segundo o levantamento, a ocorrência de déficit hídrico foi mencionada por 89% dos respondentes, sendo que 77% indicaram que a severidade deste problema comprometeu a produção da próxima safra que será colhida em 2021.

A pesquisa também sinalizou que houve impacto da pandemia do novo coronavírus na disponibilidade de mão de obra para a colheita de café. Entre os produtores que participaram da pesquisa, 31% afirmaram que sofreram de alguma maneira.

Houve crescimento de 7% na realização de venda futura em comparação com os resultados levantados no ano anterior. Outro dado destacado foi o aumento na adoção da colheita mecanizada.

O levantamento também aponta a contribuição das pequenas e médias propriedades para a cafeicultura. As pequenas propriedades, com área inferior a 50 hectares, representam o perfil fundiário de 65% dos produtores respondentes, enquanto que 47% possuem propriedades com menos de vinte hectares.

Pesquisa da Safra Cafeeira 2020 elaborada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Café Point aponta que a seca trouxe severos prejuízos à cafeicultura. O estudo ouviu 321 produtores de nove estados entre 1º de outubro e 19 de dezembro de 2020.

Segundo o levantamento, a ocorrência de déficit hídrico foi mencionada por 89% dos respondentes, sendo que 77% indicaram que a severidade deste problema comprometeu a produção da próxima safra que será colhida em 2021.

A pesquisa também sinalizou que houve impacto da pandemia do novo coronavírus na disponibilidade de mão de obra para a colheita de café. Entre os produtores que participaram da pesquisa, 31% afirmaram que sofreram de alguma maneira.

Houve crescimento de 7% na realização de venda futura em comparação com os resultados levantados no ano anterior. Outro dado destacado foi o aumento na adoção da colheita mecanizada.

O levantamento também aponta a contribuição das pequenas e médias propriedades para a cafeicultura. As pequenas propriedades, com área inferior a 50 hectares, representam o perfil fundiário de 65% dos produtores respondentes, enquanto que 47% possuem propriedades com menos de vinte hectares.
 

Reportagem, Laísa Lopes. 

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Sobre a repórter

Laísa Lopes

Repórter com atuação em rádio, TV e assessoria de imprensa. Trabalhou no portal Metrópoles, na Rádio Senado e na assessoria de comunicação da Polícia Federal. Além disso, fez parte da equipe do programa Ricardo Noronha Show, da TV Brasília.