Saúde·16 de novembro de 2015

SAÚDE: Mortes de crianças no trânsito têm redução de 36%, desde 2003, segundo ministério da Saúde

<p><i>Desde 2010, a Lei da cadeirinha obriga os condutores a andarem com as crian&ccedil;as at&eacute; os 10 anos no banco traseiro utilizando cinto de seguran&ccedil;a ou sistema de reten&ccedil;&atilde;o. O n&atilde;o cumprimento prev&ecirc; multa</i></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: O Brasil teve redução de 36 por cento no número de mortes de crianças no trânsito, nos últimos 10 anos. De acordo com o ministério da Saúde, o dado equivale a cerca de 560 crianças entre zero e 10 anos salvas. De acordo com estimativa da Organização Mundial de Saúde, a OMS, 500 crianças são vítimas fatais do trânsito, em todo o mundo. Um evento realizado e liderado por crianças, chamado Save Kids Lives, chamou a atenção dos líderes mundiais, nesta segunda-feira, em Brasília, para assumir compromissos e adotar medidas pela redução de mortes no trânsito. Mais de 500 crianças de escolas do Distrito Federal estavam em frente ao Congresso Nacional. De acordo com o governo Federal, a Lei da cadeirinha, que vale desde 2010, dá segurança às crianças menores de 10 anos. O Conselho Nacional de Trânsito, Contran, definiu que as crianças nesta idade devem viajar no banco traseiro usando cinto de segurança. Bebês de até um ano de vida têm que estar em bebê conforto, de um a quatro anos, em cadeirinhas e de quatro a sete anos, em assento de elevação. Quem não obedece a Lei, está em descumprimento e está sujeito à infração gravíssima, que prevê multa de 191 Reais e 54 centavos, além da perda de sete pontos na carteira de motorista.

Reportagem, Sara Rodrigues

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