Saúde·26 de julho de 2019

Saúde Crônica: Xixi na cama não é um problema

Por esses dias, a Paula, uma colega aqui do trabalho chegou contado a história do filho, que está no processo de parar de usar fraldas.

Por Janary Bastos DamacenaCom formação em jornalismo e pós-graduação em linguística, Janary Damacena se especializou em Narratologia e no Storytelling para reportar notícias. Com participação em redações de jornais impressos, revistas, rádios, televisão e assessorias de imprensa; alguns de seus trabalhos mais marcantes foram realizados em lugares como a Agência do Rádio Brasileiro, Rádio Nacional, Jornal de Brasília, Agência Rádio Web, Jornal Tribuna do Brasil, TV Educativa, Presidência da República, Ministério da Saúde, Revista Plano Brasília, Agência Gralha Comunicação e Vídeo e Organização das Nações Unidas (ONU).
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Por esses dias, a Paula, uma colega aqui do trabalho chegou contado a história do filho, que está no processo de parar de usar fraldas. O menino conseguiu acordar durante a noite para ir ao banheiro, mas não conseguiu segurar o xixi antes de levantar. Resultado: a Paula descobriu que ele foi ao banheiro apenas para terminar o que já tinha começado na cama. 

Achamos o causo engraçado e rapidamente me lembrei de que já passei por dois desfraldes, um com cada menino que tenho. E é um momento em que temos de ter muita paciência, pois ninguém gosta de ter de ficar limpando a cama e lavando lençol, mas é uma etapa muito importante na vida de todo ser humano. É quando a criança tem plena consciência de que faz xixi e cocô, e que pode controlar essas vontades. 

Nesse ponto, eu tenho muita sorte de contar com a sensatez extremamente aguçada do meu tio Cláudio, que não tão por acaso é o pediatra dos meus filhos. O doutor Cláudio Sasaki é um cara muito tranquilo, às vezes econômico nas palavras, mas sempre muito sábio no que diz respeito ao cuidado com as crianças. E foi ele quem explicou a importância da paciência nessa situação de desfralde, que pode evitar muitos traumas futuros. 

Pense em você como uma criança pequena, em um momento de fragilidade em que ainda está descobrindo formas de se controlar sobre a hora certa de fazer xixi ou cocô e, de repente, surge um adulto muito maior e enfurecido porque você não conseguiu chegar até o banheiro. Que desagradável, não é mesmo? Tenha certeza: a criança não queria fazer nada disso na cama ou no chão, muito menos receber uma bronca por algo que ela não sabe como fazer direito. 

Nessas horas é melhor respirar fundo. Tudo tem seu tempo e ajudar os filhos é melhor e mais saudável para todos. Por isso, tenha em mente que, geralmente, a criança começa a ficar preparada para tirar as fraldas entre os dois e três anos e isso pode levar tempo, não se preocupe. É realmente mais difícil durante a noite do que de dia, mas não desista e nem se desespere. Comece a tirar a fralda nesse período e quando a criança estiver habituada, passe para à noite. Ah, e sempre comemore as pequenas conquistas, como quando a criança conseguir usar o vaso sanitário, afinal, todo mundo gosta de elogios quando está no caminho certo e fica mais incentivado assim. 

Com acontecimento assim, eu sempre me lembro do meu tio Cláudio, que acha muito engraçado tudo que as crianças pequenas fazem. E sabe? No fundo, eu acho que é ele quem está realmente certo: é melhor sorrir para a vida do que ficar nervoso com o que acontece nela.  

Por esses dias, a Paula, uma colega aqui do trabalho chegou contado a história do filho, que está no processo de parar de usar fraldas. O menino conseguiu acordar durante a noite para ir ao banheiro, mas não conseguiu segurar o xixi antes de levantar. Resultado: a Paula descobriu que ele foi ao banheiro apenas para terminar o que já tinha começado na cama. 

Achamos o causo engraçado e rapidamente me lembrei de que já passei por dois desfraldes, um com cada menino que tenho. E é um momento em que temos de ter muita paciência, pois ninguém gosta de ter de ficar limpando a cama e lavando lençol, mas é uma etapa muito importante na vida de todo ser humano. É quando a criança tem plena consciência de que faz xixi e cocô, e que pode controlar essas vontades. 

Nesse ponto, eu tenho muita sorte de contar com a sensatez extremamente aguçada do meu tio Cláudio, que não tão por acaso é o pediatra dos meus filhos. O doutor Cláudio Sasaki é um cara muito tranquilo, às vezes econômico nas palavras, mas sempre muito sábio no que diz respeito ao cuidado com as crianças. E foi ele quem explicou a importância da paciência nessa situação de desfralde, que pode evitar muitos traumas futuros. 

Pense em você como uma criança pequena, em um momento de fragilidade em que ainda está descobrindo formas de se controlar sobre a hora certa de fazer xixi ou cocô e, de repente, surge um adulto muito maior e enfurecido porque você não conseguiu chegar até o banheiro. Que desagradável, não é mesmo? Tenha certeza: a criança não queria fazer nada disso na cama ou no chão, muito menos receber uma bronca por algo que ela não sabe como fazer direito. 

Nessas horas é melhor respirar fundo. Tudo tem seu tempo e ajudar os filhos é melhor e mais saudável para todos. Por isso, tenha em mente que, geralmente, a criança começa a ficar preparada para tirar as fraldas entre os dois e três anos e isso pode levar tempo, não se preocupe. É realmente mais difícil durante a noite do que de dia, mas não desista e nem se desespere. Comece a tirar a fralda nesse período e quando a criança estiver habituada, passe para à noite. Ah, e sempre comemore as pequenas conquistas, como quando a criança conseguir usar o vaso sanitário, afinal, todo mundo gosta de elogios quando está no caminho certo e fica mais incentivado assim. 

Com acontecimento assim, eu sempre me lembro do meu tio Cláudio, que acha muito engraçado tudo que as crianças pequenas fazem. E sabe? No fundo, eu acho que é ele quem está realmente certo: é melhor sorrir para a vida do que ficar nervoso com o que acontece nela.  
 

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Sobre a repórter

Janary Bastos Damacena

Com formação em jornalismo e pós-graduação em linguística, Janary Damacena se especializou em Narratologia e no Storytelling para reportar notícias. Com participação em redações de jornais impressos, revistas, rádios, televisão e assessorias de imprensa; alguns de seus trabalhos mais marcantes foram realizados em lugares como a Agência do Rádio Brasileiro, Rádio Nacional, Jornal de Brasília, Agência Rádio Web, Jornal Tribuna do Brasil, TV Educativa, Presidência da República, Ministério da Saúde, Revista Plano Brasília, Agência Gralha Comunicação e Vídeo e Organização das Nações Unidas (ONU).