Saúde·29 de dezembro de 2017

SÃO BENTO (PB): Números de casos das doenças reduzem quase 100% na cidade

<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; text-align: justify;">Ol&aacute;, caro colega de S&atilde;o Bento e regi&atilde;o. Com a chegada do ver&atilde;o, &eacute; importante alertar a popula&ccedil;&atilde;o sobre os riscos de deixar &aacute;gua parada. A Ag&ecirc;ncia do R&aacute;dio, em parceria com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, realiza uma campanha de conscientiza&ccedil;&atilde;o para evitar a prolifera&ccedil;&atilde;o do mosquito da Dengue. Conversamos com o respons&aacute;vel pelas a&ccedil;&otilde;es realizadas na cidade. Falamos tamb&eacute;m com uma pessoa que foi acometida por Dengue, onde ela conta o que sentiu, o que fez para cuidar da doen&ccedil;a, visando conscientizar a popula&ccedil;&atilde;o dos cuidados com o mosquito. Podemos contar com a sua ajuda para divulgar esse material? Forte abra&ccedil;o.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-size:14.0pt;&#10;line-height:105%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p><p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Os números de casos das três doenças transmitidas pelo mosquito em 2016 eram altos e colocava o município de São Bento em zona de risco. Foram 2186 casos de Dengue, 351 de Zika e 327 de Chikungunya, todos confirmados. Neste ano, foram notificadas apenas duas pessoas infectadas, uma com Dengue e a outra com Chikungunya. Uma ação que a Secretaria Municipal de Saúde da região faz é a utilização de filhotes de peixes em locais estratégicos, para que eles se alimentem dos ovos do mosquito. Os locais mais propícios da região para a proliferação das larvas são em lixos e reservatórios de água. Lindinalva Dantas é Secretária Municipal de Saúde e conta um pouco do que ajudou a cidade a abaixar o número de casos em quase 100%.

“O primordial foi o mutirão de limpeza que, ao decorrer da gestão, foi feito em todo o município. Retiramos bastante entulho, fizemos essa varredura, então isso já contribui bastante para iniciar. Verificamos também ações envolvendo os alunos de todas as escolas. E, no dia a dia, nós fizemos esse monitoramento diariamente. Então nós fizemos esse alerta em todas as nossas escolas da rede pública, municipal e estadual. Então nós não cruzamos os braços, diante das informações que nos chegava.”

Elvinete Severino tem 55 anos e é funcionária pública da Secretaria Municipal de Saúde. Ela teve Chikungunya em 2016 e diz que persiste com os sintomas até hoje, com dores nas articulações. Ela diz que por conta de febres altas, teve de ficar oito dias afastada do trabalho. Elvinete tinha cuidados antes de contrair a doença, e diz que, hoje, a preocupação aumentou por conta de uma pequena crise hídrica na região. A funcionária pública comenta também que a redução dos casos se deve porque, em 2016, mais da metade da população da cidade ficou acometida por uma das três doenças. Apesar da melhora, ela alerta para que a população não se acomode com o mosquito, principalmente com os reservatórios de água.

“E o que eu digo sempre é que só depende da população. A conscientização deles se prevenirem e não deixarem os criatórios vai depender disso. Então não adianta o agente passar todo dia. Se ele passar todo dia na casa e a população não se conscientizar, não resolve.”

Faça parte dessa luta. Não deixe que o mosquito se prolifere. Verifique acúmulos de água em pneus, latas, vidros, garrafas, vasos de flores, caixas d’água, tampinhas de garrafas, entre outros. Participe também e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida e o combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

#combateaedes

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