Economia - Santa Catarina·07 de outubro de 2020

Santa Catarina arrecada R$ 2,5 bilhões em setembro e registra alta pelo terceiro mês consecutivo

Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda, houve crescimento de 7,6% em relação ao mesmo mês de 2019

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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Pelo terceiro mês consecutivo, o estado de Santa Catarina registrou alta na arrecadação. Em setembro, a unidade da Federação arrecadou R$ 2,5 bilhões, crescimento de 7,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC). Só com o ICMS, a arrecadação foi de R$ 2,1 bilhões.

De acordo com o governo do estado, o setor que mais cresceu no último mês foi o metalmecânico, com alta de 51% na arrecadação em comparação com setembro de 2019. Na sequência, aparece o segmento de materiais de construção, com crescimento de 50% e, em terceiro, o agronegócio, com incremento de 34%. 

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Por outro lado, os setores que apresentaram impacto negativo na arrecadação foram o de automóveis, com queda de 17% em relação a setembro do ano passado; de energia, com baixa de 13%; e o de combustíveis, com decréscimo de quase 6%. 

Pelo terceiro mês consecutivo, o estado de Santa Catarina registrou alta na arrecadação. Em setembro, a unidade da Federação arrecadou R$ 2,5 bilhões, crescimento de 7,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC). Só com o ICMS, a arrecadação foi de R$ 2,1 bilhões.

De acordo com o governo do estado, o setor que mais cresceu no último mês foi o metalmecânico, com alta de 51% na arrecadação em comparação com setembro de 2019. Na sequência, aparece o segmento de materiais de construção, com crescimento de 50% e, em terceiro, o agronegócio, com incremento de 34%. 

Por outro lado, os setores que apresentaram impacto negativo na arrecadação foram o de automóveis, com queda de 17% em relação a setembro do ano passado; de energia, com baixa de 13%; e o de combustíveis, com decréscimo de quase 6%. 
 

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Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.