Economia - Emprego·16 de outubro de 2020

RS: Pandemia e estiagem contribuem para redução de 88,6 mil empregos formais em 2020, no estado

Essa baixa representou um recuo de 3,5% do contingente total de empregos do segmento mais protegido do mercado de trabalho

Por Luciana BuenoJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em ciências políticas, com experiência em redação, rádio, televisão e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil 61, passou por importantes órgãos, como Ministério da Saúde e Ministério da Justiça além de grandes emissoras como, TV Bandeirantes, Record e TV Globo. Possui experiência em gerenciamento de crise, jornalismo web, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio, televisão e assessoria de comunicação.
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Além do cenário da pandemia, a estiagem também contribuiu de maneira significativa para a redução de empregos formais no Rio Grande do Sul. O estado gaúcho registrou, de janeiro a agosto de 2020, a extinção de 88,6 mil vínculos de emprego formal.

Essa baixa representou um recuo de 3,5% do contingente total de empregos do segmento mais protegido do mercado de trabalho. Nesse contexto, os mais afetados foram mulheres, trabalhadores menos escolarizados e a população com idade igual ou superior a 50 anos.

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Em relação aos setores, o mais atingidos pela crise foram Comércio e Serviços. Os números tiveram como base os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.


Além do cenário da pandemia, a estiagem também contribuiu de maneira significativa para a redução de empregos formais no Rio Grande do Sul. O estado gaúcho registrou, de janeiro a agosto de 2020, a extinção de 88,6 mil vínculos de emprego formal.

Essa baixa representou um recuo de 3,5% do contingente total de empregos do segmento mais protegido do mercado de trabalho. Nesse contexto, os mais afetados foram mulheres, trabalhadores menos escolarizados e a população com idade igual ou superior a 50 anos.

Em relação aos setores, o mais atingidos pela crise foram Comércio e Serviços. Os números tiveram como base os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Reportagem, Marquezan Araújo 
 

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Sobre a repórter

Luciana Bueno

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em ciências políticas, com experiência em redação, rádio, televisão e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil 61, passou por importantes órgãos, como Ministério da Saúde e Ministério da Justiça além de grandes emissoras como, TV Bandeirantes, Record e TV Globo. Possui experiência em gerenciamento de crise, jornalismo web, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio, televisão e assessoria de comunicação.