O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta segunda-feira (23), o repasse de R$ 16,2 milhões para ações de resposta em municípios do Rio Grande do Sul. As portarias com os repasses foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo.
As cidades a serem beneficiadas são: Canoas (R$ 8,3 milhões), Santa Tereza (R$ 1,5 milhões), Campos Borges (R$ 153,4 mil), Paraí (R$ 69 mil), Santiago (R$ 49,8 mil), Anta Gorda (R$ 147,2 mil), Progresso (R$ 81,6 mil), São José do Sul (R$ 86 mil), Ibarama (R$ 85,8 mil), São Vendelino (R$ 5,5 milhões) e Serafina Corrêa (R$ 86,7 mil).
Como solicitar recursos
Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.
Capacitações da Defesa Civil Nacional
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Fonte: MIDR
A Defesa Civil Nacional autorizou, nesta segunda-feira, 23 de setembro, o repasse de 16 milhões e 200 mil reais para 11 cidades do Rio Grande do Sul.
As cidades gaúchas a serem beneficiadas são Canoas, Santa Tereza, Campos Borges, Paraí, Santiago, Anta Gorda, Progresso, São José do Sul, Ibarama, São Vendelino e Serafina Corrêa.
Confira os valores destinados para cada cidade em mdr.gov.br
Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, explica como os repasses podem ser aplicados.
"Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados naquele primeiro momento que acontece o desastre pra fazer assistência humanitária, pra dar kits de higiene, alimentação para as pessoas que foram atingidas, que enfrentam as consequências daquele desastre, bem como pra restabelecimento dos serviços essenciais, como, por exemplo, abastecimento de água e desobstrução de vias públicas. Além disso, nós também podemos utilizar o os recursos da Defesa Civil pra fazer reconstrução de infraestruturas públicas destruídas pelo desastre ou ainda de habitações destruídas pelo desastre”
Para saber mais sobre as ações do Governo federal em Proteção e Defesa Civil, acesse mdr.gov.br
Reportagem, Petronilo Oliveira