Economia·31 de maio de 2019

Rombo fiscal e falta de investimentos refletem queda do PIB no 1º trimestre de 2018

Resultado negativo é o primeiro desde 2016; economista Newton Marques aponta também a questão tributária como um desafio a ser enfrentado

Por Raphael CostaO repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.
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A economia brasileira apresentou um resultado negativo no primeiro trimestre de 2019. Pelo menos é o que aponta o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado pelo IBGE nesta quinta-feira (30). Segundo o levantamento, o resultado é 0,2% menor ao quarto trimestre de 2018.

De acordo com a publicação, o PIB de 2019 até agora somou mais de 1 trilhão e 700 bilhões de reais. Desse total, mais 1 trilhão e 400 bilhões de reais são referentes ao Valor Adicionados a preços básicos. Outros 251 bilhões e 500 milhões de reais são referentes aos Impostos sobre Produtos líquidos de subsídios.

O economista Newton Marques acredita que há uma possibilidade de recessão, já que há falta de confiança dos empresários com relação às políticas econômicas. 

Marques afirma, no entanto, que isso não é exclusividade do governo de Jair Bolsonaro, mas que vem se arrastando desde a gestão de Dilma Roussef.

“Então o que falta? Primeiro há uma questão fiscal que se coloca, têm a questão das taxas de juros e de crédito ao setor produtivo. Há também uma questão tributária, que há algum tempo dizia-se que haveria alteração, mas não houve. Também tem a questão de que não há uma alteração por parte da demanda. Os consumidores não estão reagindo com relação a essa expectativa positiva com o atual governo. Então é um somatório, mas a parte mais grave é falta de investimento.”

O resultado negativo é o primeiro desde 2016, quando a queda foi de 0,6%. No resultado deste primeiro trimestre, os setores de Agropecuária e Indústrias tiveram quedas de 0,5% e 0,7%, respectivamente. Na contramão, o segmento de Serviços registrou uma pequena alta de 0,2%.

A economia brasileira apresentou um resultado negativo no primeiro trimestre de 2019. Pelo menos é o que aponta o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado pelo IBGE nesta quinta-feira (30). Segundo o levantamento, o resultado é 0,2% menor ao quarto trimestre de 2018.

De acordo com a publicação, o PIB de 2019 até agora somou mais de 1 trilhão e 700 bilhões de reais. Desse total, mais 1 trilhão e 400 bilhões de reais são referentes ao Valor Adicionados a preços básicos. Outros 251 bilhões e 500 milhões de reais são referentes aos Impostos sobre Produtos líquidos de subsídios.

O economista Newton Marques acredita que há uma possibilidade de recessão, já que há falta de confiança dos empresários com relação às políticas econômicas.

Marques afirma, no entanto, que isso não é exclusividade do governo de Jair Bolsonaro, mas que vem se arrastando desde a gestão de Dilma Roussef.

“Então o que falta? Primeiro há uma questão fiscal que se coloca, têm a questão das taxas de juros e de crédito ao setor produtivo. Há também uma questão tributária, que há algum tempo dizia-se que haveria alteração, mas não houve. Também tem a questão de que não há uma alteração por parte da demanda. Os consumidores não estão reagindo com relação a essa expectativa positiva com o atual governo. Então é um somatório, mas a parte mais grave é falta de investimento.”

O resultado negativo é o primeiro desde 2016, quando a queda foi de 0,6%. No resultado deste primeiro trimestre, os setores de Agropecuária e Indústrias tiveram quedas de 0,5% e 0,7%, respectivamente. Na contramão, o segmento de Serviços registrou uma pequena alta de 0,2%.

Reportagem, Raphael Costa
 

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Sobre a repórter

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.