A Polícia Civil do Rio prendeu, nesta nesta sexta (31), sete pessoas suspeitas de fazerem parte da milícia liderada por Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica.
O grupo de Curicica é suspeito de dominar comunidades na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
A operação chamada "Entourage", feita em parceria com o Ministério Público, tenta cumprir 30 mandados de prisão. Entre os sete presos estão um bombeiro e três policiais militares.
A ação é um desdobramento que começou durante as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mortos à tiros, em março de 2018.
Curicica era um dos suspeitos de ser mandante do crime, mas nada foi confirmado. Desde 2017, o líder da quadrilha está preso, atualmente em um presídio federal.
Entre as regiões dominadas por Curicica e seu bando estão as comunidades de Terreirão, Boiúna, Santa Maria, Lote 1000, Jordão e Teixeiras, todas na zona oeste.
O grupo criminoso, segundo as investigações, cobrava taxas de segurança aos comerciantes da região, pedágios aos serviços de transporte como mototáxis e vans e o controle das associações de moradores. Os criminosos também praticavam a grilagem de terras.
Agindo com extrema violência, os milicianos também são acusados de homicídios, tentativas de homicídios de testemunhas desses crimes e até autoridades que investigavam alguns casos, tentando fazer valer a chamada ‘Lei do Silêncio’.
A Polícia Civil do Rio prendeu, nesta nesta sexta (31), sete pessoas suspeitas de fazerem parte da milícia liderada por Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica.
O grupo de Curicica é suspeito de dominar comunidades na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
A operação chamada "Entourage", feita em parceria com o Ministério Público, tenta cumprir 30 mandados de prisão. Entre os sete presos estão um bombeiro e três policiais militares.
A ação é um desdobramento que começou durante as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mortos à tiros, em março de 2018.
Curicica era um dos suspeitos de ser mandante do crime, mas nada foi confirmado. Desde 2017, o líder da quadrilha está preso, atualmente em um presídio federal.
Entre as regiões dominadas por Curicica e seu bando estão as comunidades de Terreirão, Boiúna, Santa Maria, Lote 1000, Jordão e Teixeiras, todas na zona oeste.
O grupo criminoso, segundo as investigações, cobrava taxas de segurança aos comerciantes da região, pedágios aos serviços de transporte como mototáxis e vans e o controle das associações de moradores. Os criminosos também praticavam a grilagem de terras.
Agindo com extrema violência, os milicianos também são acusados de homicídios, tentativas de homicídios de testemunhas desses crimes e até autoridades que investigavam alguns casos, tentando fazer valer a chamada ‘Lei do Silêncio’.
Reportagem, Raphael Costa