Com apenas dois casos, o Rio Grande do Sul não é o principal estado da região Sul atingido pela Febre Amarela. Mesmo assim, a população deve se imunizar. A única forma de prevenir essa doença é a vacina. A sanitarista e chefe do Núcleo de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Tani Ranieri, explica como o Rio Grande do Sul está combatendo a Febre Amarela.
“Desde o início de 2018, a gente ampliou para os 34 municípios que não eram contemplados como área de recomendação de vacinação da Febre Amarela para a população em geral e até mesmo calendário infantil. Desde janeiro de 18, a totalidade de 497 municípios do Estado são áreas de recomendação de vacinação.”
A sanitarista diz que os estados do Sudeste foram os mais atingidos no último surto da Febre Amarela. Segundo ela, com a chegada do verão, a quantidade de mosquitos transmissores aumenta e nada impede que mosquitos infectados cheguem ao Rio Grande do Sul.
“O risco de descer para esses estados, tanto para o Paraná, que já existe comprovação de mortes de macacos por Febre Amarela e chegar até o estado do Rio Grande do Sul, é uma realidade. A gente não pode afastar de repente, a gente ter - agora no início do ano mesmo - alguma evidência de circulação aqui. O que a gente tem feito como medida de prevenção é realmente, atualizar a situação vacinal de toda população né?”
A vacina é a única forma de prevenção contra a Febre Amarela. Não importa onde você mora. Pode ser na zona rural ou em área urbana. Se você ainda não tomou a vacina, não perca tempo: procure a unidade de saúde mais próxima de sua casa, tire todas as suas dúvidas e tome a vacina.
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