Cultura - Rio Grande do Norte·18 de março de 2024

Rio Grande do Norte participa na definição de políticas públicas para a cultura nacional

No evento, o grupo teve a missão de colaborar na elaboração de políticas públicas para a cultura nacional nos próximos dez anos

Por Redação Brasil 61
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Foto: MinC/Divulgação·Foto: Brasil 61

Uma delegação formada por 40 representantes do setor cultural do Rio Grande do Norte esteve em Brasília na última semana, participando da quarta Conferência Nacional de Cultura (CNC). No evento, o grupo teve a missão de colaborar na elaboração de políticas públicas para a cultura nacional nos próximos dez anos.

Durante a quarta Conferência Nacional de Cultura (CNC), a comitiva de delegados potiguares pôde apresentar as necessidades específicas do estado no setor e também debater propostas com artistas, gestores públicos e produtores culturais de todo o país.

Promovida pelo Ministério da Cultura, a quarta CNC marcou a retomada da participação popular na definição das políticas públicas para a cultura nacional. O encontro não ocorria desde 2013, devido ao desmonte do setor cultural, promovido pelo governo anterior.

A delegação do Rio Grande do Norte contou com lideranças do cenário artístico e cultural de cada região potiguar, para dar visibilidade às demandas de cada região.
Também foi mantido o equilíbrio na equidade entre homens e mulheres e na representatividade de pessoas indígenas, quilombolas e LGBTQIA +.

Liderada pela secretária extraordinária de Cultura, Mary Lan Brito, e pelo diretor geral da Fundação José Augusto (FJA), Gilson Matias, esta foi a maior delegação potiguar na história das CNCs. 

Na Conferência Nacional, 140 propostas foram acolhidas e discutidas em grupos de trabalho e plenárias e 30 foram aprovadas. Agora, o Ministério da Cultura tem até sessenta dias para divulgar o relatório com o texto final das propostas definidas ao longo da quarta CNC.

As propostas passarão por consulta pública e darão origem ao Plano Nacional de Cultura (PNC), que definirá as políticas públicas para o setor cultural na próxima década.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes ressalta a importância estratégica da conferência para o setor cultural e de economia criativa, especialmente após a recriação do Ministério.

SONORA MARGARETH MENEZES:

A quarta Conferência Nacional de Cultura foi realizada pelo Ministério da Cultura e pelo Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), e correalizada pela Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (OEI). Além disso, contou com apoio da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil).

Uma delegação formada por 40 representantes do setor cultural do Rio Grande do Norte esteve em Brasília na última semana, participando da quarta Conferência Nacional de Cultura (CNC). No evento, o grupo teve a missão de colaborar na elaboração de políticas públicas para a cultura nacional nos próximos dez anos.

Durante a quarta Conferência Nacional de Cultura (CNC), a comitiva de delegados potiguares pôde apresentar as necessidades específicas do estado no setor e também debater propostas com artistas, gestores públicos e produtores culturais de todo o país.

Promovida pelo Ministério da Cultura, a quarta CNC marcou a retomada da participação popular na definição das políticas públicas para a cultura nacional. O encontro não ocorria desde 2013, devido ao desmonte do setor cultural, promovido pelo governo anterior.

A delegação do Rio Grande do Norte contou com lideranças do cenário artístico e cultural de cada região potiguar, para dar visibilidade às demandas de cada região.
Também foi mantido o equilíbrio na equidade entre homens e mulheres e na representatividade de pessoas indígenas, quilombolas e LGBTQIA +.

Liderada pela secretária extraordinária de Cultura, Mary Lan Brito, e pelo diretor geral da Fundação José Augusto (FJA), Gilson Matias, esta foi a maior delegação potiguar na história das CNCs. 

Na Conferência Nacional, 140 propostas foram acolhidas e discutidas em grupos de trabalho e plenárias e 30 foram aprovadas. Agora, o Ministério da Cultura tem até sessenta dias para divulgar o relatório com o texto final das propostas definidas ao longo da quarta CNC.

As propostas passarão por consulta pública e darão origem ao Plano Nacional de Cultura (PNC), que definirá as políticas públicas para o setor cultural na próxima década.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes ressalta a importância estratégica da conferência para o setor cultural e de economia criativa, especialmente após a recriação do Ministério.

SONORA MARGARETH MENEZES:

A quarta Conferência Nacional de Cultura foi realizada pelo Ministério da Cultura e pelo Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), e correalizada pela Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (OEI). Além disso, contou com apoio da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil).

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