Saúde - Vacinação·13 de setembro de 2022

Rio de Janeiro: Estado registra cobertura vacinal de 53,9% contra a pólio em 2021

Pais e responsáveis do Rio de Janeiro podem aproveitar a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

Por Larissa LagoJornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Estagiou na TV Escola e no Brasil61, quando ainda era Agência do Rádio Mais. Voltou para a empresa para compor a equipe de Relacionamento e, recentemente, entrou para o time da redação. Também é apresentadora e produtora no podcast cineaspectos.
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Os pais e responsáveis por bebês, crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade devem ficar atentos: a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação deste ano já começou. No Rio de Janeiro, a mobilização envolve as mais de 1,5 mil unidades de saúde do SUS espalhadas pelos municípios do estado. São 18 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, que previnem contra doenças como a Poliomielite, Sarampo, Rubéola, Caxumba, entre outras. 

A intenção é ampliar as coberturas vacinais das crianças e adolescentes. Em 2022, a cobertura vacinal da poliomielite, por exemplo, está em 35,6%, no estado. Já a cobertura da primeira dose da Tríplice Viral é de 44,5%. Dados parciais Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações.

Para que toda população fique livre dessas doenças graves, a taxa ideal de vacinação é de 95%. O pediatra Henrique explica as consequências da baixa cobertura vacinal.

“Quando temos uma baixa adesão à vacinação, acaba tendo ressurgimento dessas doenças, porque quanto mais pessoas não vacinadas, mais o vírus vai estar circulando entre a população, a exemplo o vírus que causa o Sarampo. Tem muita gente, principalmente pela pandemia, que acabou com medo de sair de casa e não vacinou seus filhos. E as metas de várias vacinas acabaram ficando abaixo de 70%.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é de  vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados, que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

POLIOMIELITE: Campanha nacional pretende vacinar 95% das crianças menores de 5 anos

MULTIVACINAÇÃO: Tem início a Campanha Nacional de Vacinação

A Antonia Lucinea mora na Zona Portuária da capital fluminense e tem três filhas. A dona de casa conta que levou a caçula Valentina, de 6 anos, para vacinar - a exemplo das duas irmãs mais velhas, que já estão com a caderneta de vacinação em dia. 

“É muito importante os pais vacinarem as crianças, levarem para vacinar, porque protege. A minha pequena [Valentina], graças a Deus, está imune. E é muito importante a vacinação, não só para as crianças mas para todo mundo, para combater as doenças Imunopreveníveis.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 9 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada(VIP) e poliomielite oral(VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 9 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada(VIP) e poliomielite oral(VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa

Reportagem, Larissa Lago
 

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Sobre a repórter

Larissa Lago

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Estagiou na TV Escola e no Brasil61, quando ainda era Agência do Rádio Mais. Voltou para a empresa para compor a equipe de Relacionamento e, recentemente, entrou para o time da redação. Também é apresentadora e produtora no podcast cineaspectos.