Internacional·25 de fevereiro de 2019

Reunião do Grupo de Lima deve impor novas sanções ao governo de Nicolás Maduro

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o vice-presidente, Hamilton Mourão, representam o Brasil no encontro na capital colombiana

Por Paulo HenriqueFormado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.
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Representantes de 15 países se reúnem nesta segunda-feira (25) em Bogotá, na Colômbia, para discutir a crise na Venezuela e novas sanções ao governo de Nicolás Maduro. O encontro contará com o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o vice-presidente, Hamilton Mourão, representam o o Brasil no encontro do Grupo de Lima.

O opositor de Maduro, Juan Guaidó, anunciou que também deve participar da reunião "para discutir possíveis ações diplomáticas" na Venezuela. Também devem estar no encontro os líderes de Argentina, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru.

Em nota divulgada neste domingo (25), o governo brasileiro expressou ”sua condenação mais veemente” aos atos de violência cometidos pelo “regime ilegítimo do ditador Nicolás Maduro”, nas fronteiras da Venezuela com o Brasil e a Colômbia.

Segundo o comunicado, o uso da força contra o povo venezuelano caracteriza o caráter criminoso do regime de Nicolás Maduro. Para o governo brasileiro, os ataques são "um brutal atentado aos direitos humanos" e "nenhuma nação pode calar-se" diante dos fatos ocorridos nesse fim de semana.

O Brasil também fez um apelo à comunidade internacional, sobretudo aos países que ainda não reconheceram Guaidó como presidente interino.

A declaração foi feita após diversos conflitos impedirem a entrada de ajuda humanitária na Venezuela no chamado "Dia D", que foi convocado pelo autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó. Na ocasião, seriam distribuídos alimentos e remédios ao povo venezuelano.

Segundo o governo colombiano, pelo menos três mortes foram confirmadas em Santa Elena, cidade venezuelana a 15 km da fronteira com o Brasil. Um ataque próximo à fronteira com a Colômbia deixou 285 feridos e 37 hospitalizados.

Representantes de 15 países se reúnem nesta segunda-feira (25) em Bogotá, na Colômbia, para discutir a crise na Venezuela e novas sanções ao governo de Nicolás Maduro. O encontro contará com o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o vice-presidente, Hamilton Mourão, representam o o Brasil no encontro do Grupo de Lima.

O opositor de Maduro, Juan Guaidó, anunciou que também deve participar da reunião "para discutir possíveis ações diplomáticas" na Venezuela. Também devem estar no encontro os líderes de Argentina, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru.

Em nota divulgada neste domingo (25), o governo brasileiro expressou ”sua condenação mais veemente” aos atos de violência cometidos pelo “regime ilegítimo do ditador Nicolás Maduro”, nas fronteiras da Venezuela com o Brasil e a Colômbia.

Segundo o comunicado, o uso da força contra o povo venezuelano caracteriza o caráter criminoso do regime de Nicolás Maduro. Para o governo brasileiro, os ataques são "um brutal atentado aos direitos humanos" e "nenhuma nação pode calar-se" diante dos fatos ocorridos nesse fim de semana.

O Brasil também fez um apelo à comunidade internacional, sobretudo aos países que ainda não reconheceram Guaidó como presidente interino.

A declaração foi feita após diversos conflitos impedirem a entrada de ajuda humanitária na Venezuela no chamado "Dia D", que foi convocado pelo autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó. Na ocasião, seriam distribuídos alimentos e remédios ao povo venezuelano.

Segundo o governo colombiano, pelo menos três mortes foram confirmadas em Santa Elena, cidade venezuelana a 15 km da fronteira com o Brasil. Um ataque próximo à fronteira com a Colômbia deixou 285 feridos e 37 hospitalizados.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes

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Sobre a repórter

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.