Saúde·02 de abril de 2020

Registro (SP) tem 180 casos confirmados de dengue em 2020; prefeitura alerta para focos do mosquito dentro de casa

Mesmo com a pandemia de coronavírus crescendo cada vez mais no Brasil é preciso estar atento à proliferação do mosquito Aedes aegypti

Por Agência do Rádio
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Mesmo com a pandemia de coronavírus crescendo cada vez mais no Brasil é preciso estar atento à proliferação do mosquito Aedes aegypti. No município de Registro, das 240 notificações de dengue neste ano, 180 foram confirmadas e outras 41 ainda não têm resultado. 

Segundo a prefeitura local, boa parte dos criadouros do mosquito está dentro das próprias residências. Uma lei municipal permite que agentes de endemia entrem em domicílios que não atenderem à solicitação de limpar possíveis focos do Aedes. 

De acordo com informações do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em todo o estado de São Paulo, mais de 105 mil casos de dengue estão sendo investigados. A unidade da federação registrou 19 mortes em decorrência da doença em 2020.

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor. 

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”. 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembra que a falta de cuidado com criadouros do mosquito pode desencadear aumento no número de casos.

“Há cidades que têm problema de abastecimento de água, as pessoas colocam tonéis para guardar porque têm medo de faltar água na região. O mosquito se utiliza dessa água parada e, dali, sai e voa 40 e 50 metros em direção às crianças, aos idosos, que ficam muito em casa, aos ambientes de trabalho. E as vítimas começam a aparecer, uma atrás da outra.”

A recomendação das autoridades de saúde pública é dar atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a única forma de prevenção. Faça sua parte. Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes.

Mesmo com a pandemia de coronavírus crescendo cada vez mais no Brasil é preciso estar atento à proliferação do mosquito Aedes aegypti. No município de Registro, das 240 notificações de dengue neste ano, 180 foram confirmadas e outras 41 ainda não têm resultado. 

Segundo a prefeitura local, boa parte dos criadouros do mosquito está dentro das próprias residências. Uma lei municipal permite que agentes de endemia entrem em domicílios que não atenderem à solicitação de limpar possíveis focos do Aedes. 

De acordo com informações do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em todo o estado de São Paulo, mais de 105 mil casos de dengue estão sendo investigados. A unidade da federação registrou 19 mortes em decorrência da doença em 2020.

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor. 

TEC/SONORA: Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”. 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembra que a falta de cuidado com criadouros do mosquito pode desencadear aumento no número de casos.

TEC./SONORA: Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde.

“Há cidades que têm problema de abastecimento de água, as pessoas colocam tonéis para guardar porque têm medo de faltar água na região. O mosquito se utiliza dessa água parada e, dali, sai e voa 40 e 50 metros em direção às crianças, aos idosos, que ficam muito em casa, aos ambientes de trabalho. E as vítimas começam a aparecer, uma atrás da outra.”

A recomendação das autoridades de saúde pública é dar atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a única forma de prevenção. Faça sua parte. Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes.
 

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