Política·12 de março de 2019

Reforma da Previdência será votada na CCJ da Câmara após governo enviar proposta dos militares

Medida foi selada em reunião entre o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e líderes partidários; base governista votou a favor do acordo

Por Cristiano GhorgomillosCristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos
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A Câmara dos Deputados deve abrir os trabalhos da Comissão de Constituição e Justiça, a CCJ, nesta quarta-feira (13), e os líderes dos partidos anunciaram acordo que condiciona a votação da reforma da Previdência ao envio, por parte do governo Federal, da proposta de alteração das regras da aposentadoria dos militares. 
A decisão foi tomada em reunião realizada, na noite desta segunda-feira (11), entre o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM) e os líderes dos partidos na Câmara dos Deputados. 

O governo de Jair Bolsonaro deixou de fora da reforma da Previdência as mudanças nas aposentadorias dos militares, que seria, a princípio, enviada para análise dos congressistas após a aprovação do texto principal. A medida foi reprovada pela oposição e também por parte da base do governo no Congresso. 

A CCJ será comandada pelo governista   Felipe Francischini do PSL do Paraná. A comissão tem 66 integrantes titulares. O bloco formado por aliados de Bolsonaro tem 11 partidos, com 39 deputados. A oposição, formada pelo PT e mais três partidos, terá 12 cadeiras na comissão. Outros 15 lugares serão compostos por deputados de partidos que ainda não integram blocos. 

A Câmara dos Deputados deve abrir os trabalhos da Comissão de Constituição e Justiça, a CCJ, nesta quarta-feira (13), e os líderes dos partidos anunciaram acordo que condiciona a votação da reforma da Previdência ao envio, por parte do governo Federal, da proposta de alteração das regras da aposentadoria dos militares. 
A decisão foi tomada em reunião realizada, na noite desta segunda-feira (11), entre o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM) e os líderes dos partidos na Câmara dos Deputados. 

O governo de Jair Bolsonaro deixou de fora da reforma da Previdência as mudanças nas aposentadorias dos militares, que seria, a princípio, enviada para análise dos congressistas após a aprovação do texto principal. A medida foi reprovada pela oposição e também por parte da base do governo no Congresso. 

A CCJ será comandada pelo governista   Felipe Francischini do PSL do Paraná. A comissão tem 66 integrantes titulares. O bloco formado por aliados de Bolsonaro tem 11 partidos, com 39 deputados. A oposição, formada pelo PT e mais três partidos, terá 12 cadeiras na comissão. Outros 15 lugares serão compostos por deputados de partidos que ainda não integram blocos. 

Reportagem, Cristiano Carlos

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Cristiano Ghorgomillos

Cristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos