Política·18 de fevereiro de 2020

Reforma administrativa deve ser apresentada ao Congresso nesta semana

De acordo com Bolsonaro, o texto vai limitar a estabilidade dos novos servidores, mas não altera o benefício de quem já está trabalhando

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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No que depender do presidente Jair Bolsonaro, o texto da Proposta de Emenda Constitucional da reforma administrativa deve ser enviada para o Congresso ainda nesta semana. Em declaração na segunda-feira (17), o presidente disse que a reforma está “madura” e que logo deve ser entregue para análise dos parlamentares. 

O objetivo da reforma administrativa é diminuir a estrutura do serviço público, reduzindo o número de servidores, cortando cargos e permitindo contratações temporárias. O texto também deve acabar com as promoções automáticas por tempo de serviço e limitar a estabilidade dos servidores. Bolsonaro também deu alguns novos detalhes sobre a proposta nesta segunda: ele disse que as novas regras devem se aplicar somente para as novas contratações. Ou seja, servidores antigos continuam com o direito à estabilidade.

A posição do Governo Federal é de não fazer novos concursos públicos enquanto a reforma administrativa não for aprovada. O objetivo é que todos os novos funcionários entrem já sob as novas regras, mas o bloqueio também serve como pressão para acelerar a tramitação do texto.

No que depender do presidente Jair Bolsonaro, o texto da Proposta de Emenda Constitucional da reforma administrativa deve ser enviada para o Congresso ainda nesta semana. Em declaração na segunda-feira (18), o presidente disse que a reforma está “madura” e que logo deve ser entregue para análise dos parlamentares. 

O objetivo da reforma administrativa é diminuir a estrutura do serviço público, reduzindo o número de servidores, cortando cargos e permitindo contratações temporárias. O texto também deve acabar com as promoções automáticas por tempo de serviço e limitar a estabilidade dos servidores. Bolsonaro também deu alguns novos detalhes sobre a proposta nesta segunda: ele disse que as novas regras devem se aplicar somente para as novas contratações. Ou seja, servidores antigos continuam com o direito à estabilidade.

A posição do Governo Federal é de não fazer novos concursos públicos enquanto a reforma administrativa não for aprovada. O objetivo é que todos os novos funcionários entrem já sob as novas regras, mas o bloqueio também serve como pressão para acelerar a tramitação do texto.
 

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.