Saúde·15 de abril de 2020

Reforço na capacidade de atendimento e distanciamento social precisam andar juntos, explica Ministério da Saúde

São três variáveis importantes e que são analisadas simultaneamente: o distanciamento social, a capacidade de atendimento do sistema de saúde e a redução da curva do número de casos da Covid-19

Por Agência do Rádio
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A estratégia de combate ao coronavírus no Brasil é baseada em um tripé, segundo o Ministério da Saúde. São três variáveis importantes e que são analisadas simultaneamente: o distanciamento social, a capacidade de atendimento do sistema de saúde e a redução da curva do número de casos da Covid-19.  

O secretário-executivo do Ministério, João Gabbardo, reforça a importância do isolamento, mas explica que capacidade de atendimento do sistema de saúde precisa estar sempre em dia.

A falta de equipamentos em alguns estados e o afastamento de profissionais de saúde infectados, ainda sem reposição, são fatores que afetam diretamente nesse processo. 

Mas, ao mesmo tempo, o Governo tem adotado medidas para não desabastecer hospitais e postos de saúde.

“Como é que a gente eleva nossa capacidade de atendimento? Comprando mais respiradores, abrindo mais leitos e hospitais de campanha, contratando e treinando mais profissionais, colocando equipamentos de proteção individual. Isso aumenta a nossa capacidade instalada, e aumentando, podemos atender um volume maior de pessoas.” 

O crescimento diário do número de casos, assim como observado em países da Europa e nos Estados Unidos, traz a preocupação se o sistema de saúde vai suportar. De como anda a capacidade de atendimento no Brasil.

Gabbardo explica que atualmente são 55 mil leitos de unidades de terapia intensiva para o tratamento da Covid-19 em todo o País. E mais 30 mil serão abertos nas próximas semanas.

Mas a eficiência das medidas tomadas depende de alguns fatores, segundo explica o secretário-executivo do Ministério da Saúde.

“Vai depender da velocidade da transmissão, do achatamento da curva e de elevar nossa capacidade atender as pessoas em todo o Brasil.” 

Manaus, com mais de 1.000 casos confirmados da doença, é um exemplo usado pelo Ministério. A cidade preocupa já que o número de incidências ultrapassa o que a estrutura local pode atender. 

Dessa forma, o Governo tem tomado diversas medidas voltadas para a capital amazonense. Uma delas é o envio de profissionais para auxiliar no combate à Covid-19, previsto no programa “Brasil Conta Comigo”. Um total de 17 médicos e enfermeiros chegam à cidade no dia 17 de abril para reforçar o atendimento. 

Para mais informações, acesse saude.gov.br/coronavirus. 

A estratégia de combate ao coronavírus no Brasil é baseada em um tripé, segundo o Ministério da Saúde. São três variáveis importantes e que são analisadas simultaneamente: o distanciamento social, a capacidade de atendimento do sistema de saúde e a redução da curva do número de casos da Covid-19.  

O secretário-executivo do Ministério, João Gabbardo, reforça a importância do isolamento, mas explica que capacidade de atendimento do sistema de saúde precisa estar sempre em dia.

A falta de equipamentos em alguns estados e o afastamento de profissionais de saúde infectados, ainda sem reposição, são fatores que afetam diretamente nesse processo. 

Mas, ao mesmo tempo, o Governo tem adotado medidas para não desabastecer hospitais e postos de saúde.

TEC./SONORA: João Gabbardo, secretário Executivo do Ministério da Saúde

“Como é que a gente eleva nossa capacidade de atendimento? Comprando mais respiradores, abrindo mais leitos e hospitais de campanha, contratando e treinando mais profissionais, colocando equipamentos de proteção individual. Isso aumenta a nossa capacidade instalada, e aumentando, podemos atender um volume maior de pessoas.” 

O crescimento diário do número de casos, assim como observado em países da Europa e nos Estados Unidos, traz a preocupação se o sistema de saúde vai suportar. De como anda a capacidade de atendimento no Brasil.

Gabbardo explica que atualmente são 55 mil leitos de unidades de terapia intensiva para o tratamento da Covid-19 em todo o País. E mais 30 mil serão abertos nas próximas semanas.

Mas a eficiência das medidas tomadas depende de alguns fatores, segundo explica o secretário-executivo do Ministério da Saúde.

TEC./SONORA: João Gabbardo, secretário-executivo do Ministério da Saúde

“Vai depender da velocidade da transmissão, do achatamento da curva e de elevar nossa capacidade atender as pessoas em todo o Brasil.” 

Manaus, com mais de 1.000 casos confirmados da doença, é um exemplo usado pelo Ministério. A cidade preocupa já que o número de incidências ultrapassa o que a estrutura local pode atender. 

Dessa forma, o Governo tem tomado diversas medidas voltadas para a capital amazonense. Uma delas é o envio de profissionais para auxiliar no combate à Covid-19, previsto no programa “Brasil Conta Comigo”. Um total de 17 médicos e enfermeiros chegam à cidade no dia 17 de abril para reforçar o atendimento. 

Para mais informações, acesse saude.gov.br/coronavirus. 

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