Brasil·27 de maio de 2020

Receita Federal libera importação de 19 mil toneladas de produtos para o combate à Covid-19

A instituição divulgou, ainda, que as mercadorias referentes ao montante equivalem a quase R$ 1 bilhão

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A Receita Federal informou, no início desta semana, que liberou a entrada no Brasil de 19 mil toneladas de produtos médico-hospitalares que serão utilizados no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. 

A instituição divulgou, ainda, que as mercadorias referentes ao montante equivalem a quase R$ 1 bilhão. O chamado desembaraço aduaneiro em tempo foi 33% menor se comparado ao período anterior à crise atual provocada pelo elevado número de casos de Covid-19. 

Entre os itens mais relevantes estão máscaras e vestuários de proteção, que totalizam R$ 532 milhões; kits de teste para Covid-19 de diversos tipos, que somam R$ 110 milhões, além de medicamentos e suas matérias primas, que custaram R$ 146 milhões.

O secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, avalia que "há um profundo engajamento institucional no sentido de agilizar ao máximo a liberação dessas cargas utilizadas no combate à pandemia". 

Segundo Tostes,  a Receita Federal editou a Instrução Normativa nº 1.927 de 17/03/2020, que simplificou o despacho aduaneiro de produtos de uso médico-hospitalar. A medida, na opinião dele, foi fundamental para viabilizar a redução do tempo de liberação dessas cargas”.

A Receita Federal informou, no início desta semana, que liberou a entrada no Brasil de 19 mil toneladas de produtos médico-hospitalares que serão utilizados no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. 

A instituição divulgou, ainda, que as mercadorias referentes ao montante equivalem a quase R$ 1 bilhão. O chamado desembaraço aduaneiro em tempo foi 33% menor se comparado ao período anterior à crise atual provocada pelo elevado número de casos de Covid-19. 

Entre os itens mais relevantes estão máscaras e vestuários de proteção, que totalizam R$ 532 milhões; kits de teste para Covid-19 de diversos tipos, que somam R$ 110 milhões, além de medicamentos e suas matérias primas, que custaram R$ 146 milhões.

O secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, avalia que "há um profundo engajamento institucional no sentido de agilizar ao máximo a liberação dessas cargas utilizadas no combate à pandemia". 

Segundo Tostes,  a Receita Federal editou a Instrução Normativa nº 1.927 de 17/03/2020, que simplificou o despacho aduaneiro de produtos de uso médico-hospitalar. A medida, na opinião dele, foi fundamental para viabilizar a redução do tempo de liberação dessas cargas”.

Reportagem, Marquezan Araújo 
 

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