Brasil·15 de fevereiro de 2018

Receita Federal bate recorde de autuações em 2017

<p><i style="text-align: center;"><span style="font-size:12.0pt;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;&#10;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;color:#222222;mso-fareast-language:&#10;PT-BR">A ind&uacute;stria responde pela maior parte do valor autuado, seguido por presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e com&eacute;rcio</span></i></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; line-height: 16.5pt; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="mso-ascii-font-family:&#10;Calibri;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-hansi-font-family:Calibri;&#10;mso-bidi-font-family:Calibri;color:#222222;mso-fareast-language:PT-BR"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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A Receita Federal bateu recorde de autuações no ano passado, alcançando quase R$ 205 bilhões em crédito tributário. Este é o maior valor registrado desde 1968.

Até o momento, só uma parte do dinheiro foi paga. O restante, que equivale a 97,21% do valor lançado, está em fases intermediárias de cobrança ou correm em processos judiciais, ainda não julgados. A maior parte do montante tem origem em auditorias externas, além de revisões de declarações.

Segundo o subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Iágaro Jung Martins, os 8.969 maiores contribuintes representaram 79% das autuações.

“O ano de 2017 foi o ano de recorde da recuperação de crédito tributário pela Receita Federal. 79% das autuações se referem a grandes contribuintes, ou seja, embora os grandes contribuintes tenham uma participação na arrecadação de 61%, a participação deles na composição das autuações totais da fiscalização é maior, de 79%. Isso demonstra que a fiscalização da Receita está muito mais preocupada com os grandes contribuintes, com os grandes sonegadores, do que com os contribuintes médios e pequenos.”

De acordo com o órgão, os processos de maior valor demoram, em média, dois anos para serem julgados administrativamente. Outros levam cerca de seis anos. E tem também aqueles processos judiciais que demoram cerca de nove anos para serem julgados.

A indústria responde pela maior parte do valor autuado, seguido por prestação de serviços e comércio.

Reportagem, Cintia Moreira

 

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