Brasil·04 de dezembro de 2019

Programa Saneamento Rural Brasil pretende beneficiar cerca de 40 milhões de pessoas

Funasa projeta investimentos de até R$ 218 bilhões até 2038 para execução de obras, como abastecimento de água e esgotamento sanitário

Por Cintia MoreiraEm uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.
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O programa Saneamento Rural Brasil, lançado nesta semana pelo governo federal, pretende, pelos próximos 20 anos, realizar obras de infraestrutura em saneamento básico em áreas rurais de todo o país. A estimativa é que cerca de 40 milhões de brasileiros sejam beneficiados.

Segundo dados do IBGE, menos de 30% das residências rurais estão conectadas a alguma rede de abastecimento de água. Desta forma, a maior parte da população só consegue obter água por meio de poços artesianos e nascentes fluviais. A situação do esgoto sanitário é ainda mais preocupante: apenas 4% dos domicílios rurais estão ligados a uma rede de esgoto. Sendo assim, a maioria das residências (64%) tem que usar fossa rudimentar ou fossa séptica (16%). Outros 16% dos domicílios despejam os resíduos de esgoto em valas, rios, lagos ou no mar.

De acordo com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que vai coordenar o programa, serão usados recursos públicos e privados. A ideia é investir até R$ 218 bilhões até 2038 para execução de obras, como abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e manejo de águas pluviais.

O programa também tem como alvo comunidades remanescentes de quilombos, comunidades indígenas, extrativistas, assentamentos pequenos e aglomerados rurais.

O programa Saneamento Rural Brasil, lançado nesta semana pelo governo federal, pretende, pelos próximos 20 anos, realizar obras de infraestrutura em saneamento básico em áreas rurais de todo o país. A estimativa é que cerca de 40 milhões de brasileiros sejam beneficiados.

Segundo dados do IBGE, menos de 30% das residências rurais estão conectadas a alguma rede de abastecimento de água. Desta forma, a maior parte da população só consegue obter água por meio de poços artesianos e nascentes fluviais. A situação do esgoto sanitário é ainda mais preocupante: apenas 4% dos domicílios rurais estão ligados a uma rede de esgoto. Sendo assim, a maioria das residências (64%) tem que usar fossa rudimentar ou fossa séptica (16%). Outros 16% dos domicílios despejam os resíduos de esgoto em valas, rios, lagos ou no mar.

De acordo com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que vai coordenar o programa, serão usados recursos públicos e privados. A ideia é investir até R$ 218 bilhões até 2038 para execução de obras, como abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e manejo de águas pluviais.

O programa também tem como alvo comunidades remanescentes de quilombos, comunidades indígenas, extrativistas, assentamentos pequenos e aglomerados rurais.

Reportagem, Cintia Moreira

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Sobre a repórter

Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.