Saúde - Transporte·19 de janeiro de 2021

Profissionais de transporte serão prioridade em vacinação contra a Covid-19

Inclusão da categoria foi divulgada pelo Ministério da Infraestrutura. Data depende de cronograma da Saúde

Por Alan RiosAlan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".
Áudio · 00:01:15
Ouvir áudio · 00:01:15Copiar texto

Os profissionais da área de transporte foram incluídos nos grupos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19 no Brasil. Segundo o Ministério da Infraestrutura, serão contemplados trabalhadores dos serviços de transporte terrestre, aéreo, ferroviário e aquaviário. A data ainda será divulgada, após definição do cronograma do Ministério da Saúde.

A escolha levou em conta que as categorias de transportes fazem parte dos grupos de maior exposição ao vírus e não puderam suspender atividades durante a pandemia. Fazem parte dessa prioridade os caminhoneiros, portuários, funcionários das companhias aéreas nacionais, funcionários de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas, funcionários de empresas brasileiras de navegação e motoristas e cobradores de transporte coletivo rodoviário.

Os trabalhadores precisam comprovar vínculo com a área de transporte por meio de documentação para ter acesso às primeiras doses da vacina. A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou segunda-feira (18) com a imunização do primeiro grupo prioritário, formado pelos trabalhadores de saúde, pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas, pessoas com deficiência institucionalizadas e população indígena aldeada. Entre categorias profissionais, funcionários das forças de salvamento e segurança, forças armadas e trabalhadores da educação também serão incluídos nas próximas fases. 

Os profissionais da área de transporte foram incluídos nos grupos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19 no Brasil. Segundo o Ministério da Infraestrutura, serão contemplados trabalhadores dos serviços de transporte terrestre, aéreo, ferroviário e aquaviário. A data ainda será divulgada, após definição do cronograma do Ministério da Saúde.

A escolha levou em conta que as categorias de transportes fazem parte dos grupos de maior exposição ao vírus e não puderam suspender atividades durante a pandemia. Fazem parte dessa prioridade os caminhoneiros, portuários, funcionários das companhias aéreas nacionais, funcionários de empresas metroferroviárias, funcionários de empresas de navegação e motoristas e cobradores de transporte coletivo rodoviário.

Os trabalhadores precisam comprovar vínculo com a área de transporte por meio de documentação para ter acesso às primeiras doses da vacina. A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou segunda-feira (18) com a imunização do primeiro grupo prioritário. Entre categorias profissionais, funcionários das forças de salvamento e segurança, forças armadas e trabalhadores da educação também serão incluídos nas próximas fases. 

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Alan Rios

Alan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".