Educação - São Paulo·08 de fevereiro de 2021

Professores da rede pública de SP fazem greve de aulas presenciais

Sindicato se manifestou contra a decisão de retorno às atividades presenciais, mantendo trabalhos remotos a partir desta segunda-feira (8)

Por Alan RiosAlan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".
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Professores da rede pública de ensino de São Paulo começaram uma “greve sanitária” nesta segunda-feira (8). De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), os educadores vão trabalhar, mas sem aderir ao plano de ensino presencial. 

O governo paulista determinou o início do ano letivo de 2021 nesta segunda-feira para as 5,1 mil escolas da rede estadual, autorizando as atividades com alunos e professores nas instituições, após uma disputa judicial que terminou permitindo o retorno. Porém, os professores deram início ao ato de greve contra a volta em meio a pandemia da Covid-19, afirmando que “não há condições para um retorno seguro”.

A Secretaria de Estado da Educação ressaltou que cerca de 1,7 mil escolas estaduais, em 314 municípios, retomaram atividades presenciais em São Paulo desde setembro de 2020, e não houve nenhum registro de transmissão do novo coronavírus dentro dessas unidades até o momento. Já no levantamento do sindicato, foram constatados 147 casos de Covid-19 em escolas que já retornaram às atividades presenciais. 

A secretaria pontuou ainda que as faltas dos professores não justificadas serão descontadas. Ao todo, cerca de 3,3 milhões de alunos da rede estadual de São Paulo estão autorizados a dar início às aulas presenciais, em sistema de rodízio, a partir desta segunda-feira. 

Professores da rede pública de ensino de São Paulo começaram uma “greve sanitária” nesta segunda-feira. De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, os educadores vão trabalhar, mas sem aderir ao plano de ensino presencial. 

O governo paulista determinou o início do ano letivo de 2021 nesta segunda-feira para cerca de 5 mil escolas da rede estadual, autorizando as atividades com alunos e professores nas instituições, após uma disputa judicial que terminou permitindo o retorno. Porém, os professores deram início ao ato de greve contra a volta em meio a pandemia da Covid-19, afirmando que “não há condições para um retorno seguro”.

A Secretaria de Estado da Educação ressaltou que cerca de 1,7 mil escolas estaduais, em 314 municípios, retomaram atividades presenciais em São Paulo desde setembro de 2020, e não houve nenhum registro de transmissão do novo coronavírus dentro dessas unidades até o momento. Já no levantamento do sindicato, foram constatados 147 casos de Covid-19 em escolas que já retornaram às atividades presenciais. A secretaria pontuou ainda que as faltas dos professores não justificadas serão descontadas. 

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Sobre a repórter

Alan Rios

Alan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".